quinta-feira, 11 de maio de 2017

O caminho está aberto

Pela desobediência civil
Pela marcação um a um

Essas fraudes chamadas de reformas da previdência e trabalhista põe a ditadura militar no chinelo..

Os militares, aliás, estão no maior orgasmo. Se passar tudo como propõem os golpistas comprovadamente corruptos, prevalecerão os mesmos privilégios seculares. Ninguém ousa contrariar uma cartucheira.
As filhas dos militares continuarão preferindo não casar formalmente para continuar recebendo pensões nos postos dos país. Diz o chefe do golpe que eles se desgastam muito, mais do que os operários obrigados a esperar até o 65 e a contribuir por 45 anos.
Discretamente, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia sancionou texto do orçamento de 2017 (estava como presidente em Exercício) prevê um repasse de mais de R$ 94 bilhões para o Ministério da Defesa. Deste montante, mais de 73% será destinado para gastos com pessoal e encargos sociais contra R$ 61 bilhões de 2016.
Mais essas reformas tem outras piadas de mau gosto. Os guardas legislativos poderão se aposentar aos 55 anos. Qual a lógica desse privilégio?
Outra coisa: os políticos com mandatos atualmente não serão tocados. Continuarão a farra.
E os patrões, ah que festa. A grana fácil que é retirada diretamente do salário de cada trabalhador permanece intocável. Só este ano, serão 16 milhões destinados ao "Sistema "S" – Sesc, Senac e que tais – continuarão fluindo diretamente para pagar as propagandas do Paulo Skaf e colegas.
Diante e tanta porrada nas nossas caras, só nos resta reagir com as armas de que dispomos.
1. A desobediência civil já deu certo em alguns países, como a Índia de Ghandi.
2. De imediato, poderemos infernizar a vida de cada parlamentar, em seus redutos, relatando o preço que cada voto custou.

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.