segunda-feira, 19 de setembro de 2016

VOTAI E MULTIPLICAI-VOS

(Um apelo a todos que me conhecem e ainda acreditam que é possível virar o jogo).

Aos 73 anos, estou voltando a disputar um mandato aqui no Rio de Janeiro, com a esperança de que alguma coisa mudou depois de tudo que aconteceu. E se tomei essa decisão foi contando com o apoio efetivo dos que me conhecem, sabem da minha coerência e do meu compromisso e entendem meu retorno à Câmara Municipal do Rio de Janeiro como um passo contra o atraso, pois um vereador honesto e combativo não tem limites nas causas justas que abraça.

SEU APOIO SERÁ DECISIVO NO COMPARTILHAMENTO E NA MULTIPLICAÇÃO DA NOSSA MENSAGEM. O número 12123, associado à Lei que libertou milhares de taxistas auxiliares de um regime sem garantias trabalhistas de espécie alguma será de fácil assimilação. Hoje é toda a categoria profissional que corre o risco de extinção com o aparecimento consentido de uma concorrência desleal patrocinada por uma multinacional inescrupulosa.  Resgatar a dignidade laboral dos taxistas é uma bandeira prioritária como condição para garantir a sobrevivência digna de outros profissionais.

Mas há também uma causa de âmbito nacional que um vereador pode questionar e mobilizar. É a fraudulenta manipulação dos números para inviabilizar a aposentaria, a partir da fixação de uma idade mínima de 65 anos, idade em que são poucos os brasileiros que permanecem no mercado de trabalho. E junto com ela a amputação de direitos trabalhistas – ambos operando o desemprego e o sub-emprego, em função de que os cidadãos serão punidos por viverem mais.

Meu nome jamais foi manchado por qualquer desvio de conduta ou vacilação, seja nos idos tenebrosos que me custaram a liberdade, me valeram a tortura e me levaram ao sacrifício brutal com a família, seja no exercício de cargos públicos e de mandatos legislativos nos dias recentes.

Serão muitas as trincheiras que cavaremos. Há uma exacerbação de interesses espúrios que poderá nos levar irresponsavelmente ao caos.  A classe política parece que ainda não se tocou no mal que faz ao povo com seu jogo duplo em busca tão somente do enriquecimento fácil. A má fé continua a pautar suas atitudes.

Tenho uma história do bom combate desde os 15 anos, ainda no Ceará. Aos 16, estava no Rio como diretor da UBES. E mal chegava aos 18 anos já trabalhava como repórter do jornal ÚLTIMA HORA.

Crítico sem papas na língua, comi o pão que o diabo amassou em 1969/70, quando fui encarcerado e torturado naqueles idos tenebrosos, justo quando já estava muito bem na carreira profissional, como Chefe de Redação da TRIBUNA DA IMPRESA, de Hélio Fernandes,  o grande guerreiro do jornalismo.

Na vida pública, fui subprefeito da Zona Norte (coordenador de administrações regionais), pus fiscal corrupto na cadeia e imprimi a minha marca de INCORRUPTÍVEL. Fui duas vezes secretário de Desenvolvimento Social da Prefeitura, onde fiz muito com pouca verba, que uma administração honesta multiplicava. Funcionários da SMDS e comunidades sabem muito bem do que estou falando.


Minha eleição está em suas mãos, no seu poder de multiplicação.  É essa ajuda que peço com a firme convicção de que optar pelo meu nome é um ato de lucidez e comprometimento com o Brasil que ainda povoa nossos sonhos.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Estado de direito, uma pútrida mentira



Como tenho dito, o estado de direito no Brasil é uma pútrida  mentira, é uma falácia, uma fraude, um vetor de um novo tipo de arbítrio, aquele burilado entre punhos de hipocrisia, sofisticado por doutores da lei, que usam e abusam de monstruosos podres poderes.

Direi até que só tem uma diferença do velho regime d'armas – um metia o cacete para obter delações, outro oferece a porca impunidade para quem, sabidamente em delito, ajudar a incriminar alvos previamente selecionados.

Não escrevo para livrar a cara de ninguém. Mas silenciar diante de um espetáculo nazista, onde fiscais das leis exuberam a retórica da condenação sem provas como instrumento de burla legal, ah, isso não me peçam, que já percorri muitas léguas de caminhos empoeirados.

O vírus do arbítrio a todos atinge, não interessa quem for. Pode acontecer na coxia, como no caso que poderá levar ao sepulcro toda uma classe tradicional, a dos TAXISTAS, regulamentada, sujeita a mil açoites porque uma multinacional descobriu a pólvora, na mais danosa ilegalidade, mas coberta por juízo de interpretação hermenêutica insustentável.

Mas pode subir ao topo, onde a mediocridade de meia boca produz agressões ao direito de fazer corar o mais despreparado dos acadêmicos.

Nesse caso, estamos diante de uma catástrofe apocalíptica que pode se reproduzir aos cântaros sobre qualquer cidadão, algo  emanado certamente da insuficiência existencial.

Quando a acusação diz que não tem provas, mas tem convicção, e queima um prócer da história como o "general que estava no comando da imensa engrenagem" de um tenebroso esquema, aí qualquer cidadão, independente de simpatias políticas, deve por as barbas de molho.

A própria impostação verborrágica desses procuradores excitados dá o tom da inversão das normas, no cultivo deletério da criminalização sorrateira.

Isso tem um peso amargo e ameaçador nos nossos destinos. Em memória, haveremos de lembrar os maus cheirosos fanáticos da ocultada TFP –Tradição, Família e Propriedade -  que ocupavam as esquinas com seus estandartes medievais. Não é produto da senilidade confundi-los nestes capítulos recentes, como se estivéssemos agora diante de uma nova colheita transgênica de ervas do ódio robusto.

Há também a ressurreição atômica dos juízes do III Reich nazista, que massacravam por ter e por não ter cão. Que tornavam "verdades" e massificavam as podres mentiras de que se nutriam.
Há qualquer coisa de trágico nessa ofensiva violenta que pretende prostrar e imobilizar alguém      que pode voltar à lide com o fito triunfal  do resgate, tal como aconteceu com o velhinho dos pampas.

É nisso que o bom entendedor deve decifrar as meias palavras daqueles mancebos que impactam o cenário enquanto o traíra se enrola em suas próprias pernas, hesitante e ébrio pela usurpação pecaminosa.

E é por causa dessa orquestração lancinante que ponho os meus 73 anos na geladeira e soergo o grito de uma resistência que há de ter a legitimidade incidental das urnas.


Por que uma trincheira do bem pode se multiplicar no ecoar corajoso e honesto de seus gritos de guerra.

domingo, 4 de setembro de 2016

A diferença é política. Na Linha Vermelha não há pedágio. Exigiu Leonel Brizola, seu construtor

Existem quatro grandes vias no Rio de Janeiro (não falo aqui na extorsão da Via Lagos, nem na Via Light, com 10 km).
A mais antiga é a Ponte Rio Niterói, com 13,25 km, construída no regime militar. Só cobra pedágio de ida (R$ 4,50). A Linha Amarela, construída pelo prefeito Cesar Maia, com 15 km, cobra ida e volta (com pedágio em Água Santa), R$ 5,90 cada uma. Foi a primeira via inteiramente urbana a ser pedagiada, uma ilegalidade que perdurou até o Congresso aprovar a Lei 12.587/2012 (Lei Federal da Mobilidade Urbana).
Já a Linha Vermelha, de 21 KM, dos quais 2,8 sobre o mar, que foi construída pelo governador LEONEL BRIZOLA, não cobra um centavo de pedágio. O então governador fechou questão, contraindo até membros do seu secretariado.

O vereador Eduardo Moura chegou a aprovar uma Lei pela qual quem voltasse em duas horas estaria isento da segunda cobrança. O prefeito Eduardo Paes vetou. A Câmara derrubou o veto. Mas aí a Justiça enterrou a o benefício.
Este ano, o prefeito Eduardo Paes inaugurou a Transolímpica (com 26 km, sendo 13 de via expressa) ligando o Recreio a Deodoro. Num espaço em Sulacape, o mesmo esquema de pedágio da Linha Amarela (R$ 5,90).
Deu para você notar por que detonaram Brizola? Entendeu a diferença de políticas públicas? Se já pagamos IPVA e outras taxas rodoviárias, por que morrer em mais uma grana para concessionárias privadas?

VOTE CONTRA OS PEDÁGIOS EXTORSIVOS

PEDRO PORFÍRIO 
VEREADOR – PDT – 12.123

Querem detonar a previdência



O que querem fazer com a Previdência Social é uma baita sacanagem. Na prática ela vai pro brejo. Querem a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria, mas não dizem como você vai se virar se perder o emprego depois dos 50. Pior: vão acabar fechando milhões de vagas de trabalho por que a fila não vai andar. Quem começar aos 18, terá de contribuir por 47 anos para poder pleitear a aposentadoria. Dou uma mariola a quem disser como vai sobreviver o operário da construção até chegar à idade mínima.


O mais perverso é que mentem sobre a situação real da Previdência. Falam num tremendo rombo, mas a Associação Nacional dos Auditores Fiscais contesta: Mesmo no ano passado, em meio a crise, a seguridade social teve um superávit de 24 bilhões de reais.

Vote NÃO à "reforma" que obriga ter 65 anos para aposentar.

Pedro Porfírio, PDT 12.123
21999822545

Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.