sexta-feira, 4 de novembro de 2016

PDT ou larga Pezão ou se ferra

Essas medidas covardes anunciadas pelo governador Pezão, que incluem até confisco de 30% dos já parcos salários dos servidores e aposentados do Estado, deixam o PDT sem escolha. A menos que esteja a fim de tripudiar sobre a memória de Leonel Brizola, só resta ao partido que ele fundou como "caminho brasileiro para o socialismo" ir para o confronto na liderança da oposição., com o compromisso de lutar na Assembléia Legislativa contra essa monstruosidade inconstitucional.

 ESSE ROMPIMENTO TEM DE SER PÚBLICO E ROTUNDO, ANUNCIADO NA TRIBUNA DA ASSEMBLÉIA E EM NOTA OFICIAL DA EXECUTIVA. NELE, DEVE SER DESTACADO A CONDENAÇÃO FORMAL A ESSE PACOTE QUE ATÉ AGORA NÃO MERECEU COMENTÁRIO DA BANCADA E DO PARTIDO DE BRIZOLA.


Se ficar próximo a esse governo, o PDT não terá nem como sonhar em lançar a candidatura de Ciro Gomes à presidência. O partido irá para a vala comum das legendas sem recato e ainda levará junto aquele que tem tudo para ser uma alternativa do campo progressista em 2018.
Acredito que a direção do PDT está refletindo sobre esse desembarque OSTENSIVO tal é o compromisso histórico do brizolismo com o povo trabalhador e com os pobres que serão igualmente sacrificados.
Melhor que a iniciativa parta da direção partidária. Pior será se, na contingência de calar diante desse massacre, o PDT acabe cobrado por suas bases com movimentos radicalizados. Isso porque jamais em tempo algum, nem mesmo na época do regime militar, se lançou a conta da incompetência e da má fé nas costas do povo trabalhador de maneira tão perversa e irresponsável.
É hora de uma decisão que aponte o lado reservado ao brizolismo, o lado do povo trabalhador.

4 comentários:

  1. Sérgio Amorim12:33 AM

    Caríssimo Porfírio. Desde que Leonel Brizola morreu e esse pústula assumiu a direção do PDT, o PDT acabou. Pior que ele só a Cidinha Campos, uma cabralista de primeira hora. Confesso que Lupi não me causou decepção, simplesmente porque nele nunca confiei. Assim como no Sapo Barbudo. Não confio em qualquer um.

    Você Porfírio, nunca me decepcionou, apesar de algumas amizades erradas que você andou escolhendo e de umas defesas que efetuou. Mas te entendo. E isso não tem gravidade alguma diante da grandeza da sua pessoa. Seria muita mediocridade minha ficar te medindo por essas pequenas desavenças, contradições ou divergências, ainda que de fundo.

    Mas a Cidinha, particularmente, essa me enganou, mais que isso, me decepcionou. Tenho Certeza que se Brizola estivesse vivo não acreditaria que a Cidinha que apoiou e apoia Cabral, Paes, Picciani et caterva é a mesma Cidinha Campos de quem ele tanto gostava.

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  2. Porfírio. Sua informação tem um desencontro com a realidade. Nós não fazemos mais parte da base de apoio do Pezao. Já faz tempo que a deputada Cidinha Campos entregou seus cargos na Secretaria Estadual de Defesa do Consumidor e tb que deixamos dee ter outros quadros no secretariado.

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    1. COM TODO RESPEITO À JUVENTUDE SOCIALISTA DO PDT, AFIRMO QUE NÃO HOUVE ROMPIMENTO ATÉ PORQUE A CIDINHA FOI VICE DO PEDRO PAULO, A PEDIDO DO LUPI. DADO À GRAVIDADE DAS PROPOSTAS DE PEZÃO, ESSE ROMPIMENTO TEM DE SER PÚBLICO E ROTUNDO, ANUNCIADO NA TRIBUNA DA ASSEMBLÉIA E EM NOTA OFICIAL DA EXECUTIVA. NELE, DEVE SER DESTACADO A CONDENAÇÃO FORMAL A ESSE PACOTE QUE ATÉ AGORA NÃO MERECEU COMENTÁRIO DA BANCADA E DO PARTIDO DE BRIZOLA.

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.