segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fidel, invicto e imortal

O primeiro que posso dizer é que o mundo sem Fidel não será o mesmo.

O segundo que posso dizer, porém, é que o mundo não viverá sem Fidel jamais.
 Sua obra e seu exemplo, sua coragem intrépida e invicta e sua firme coerência deixaram sementes por toda a ilha, o território livre das Américas, e por todo o mundo.

Mesmo que uns trapaceiem e outros se rendam, mesmo que muitos vacilem e traiam, mesmo que tantos outros, os vermes, se imaginem em armas para a vingança torpe, haverá um Fidel Castro entre os oprimidos e inconformistas. 

O Quixote que atravessou incólume a fuzilaria de uma tropa treinada para matar e subiu à Sierra Maestra com menos de 20 homens naquele 2 de dezembro de 1956 ganhou o mais sagrado dos panteões que permanecerá como um facho de luz da ilha caribenha, onde plantou com Che Guevara e um punhado de bravos os fundamentos de um HOMEM NOVO, dourado pelos valores da solidariedade, da igualdade, da justiça e da generosidade. Valores que nos envolvem com os sonhos de felicidade e vida eterna.

Esse herói de todas as procelas, vencedor de todos os combates,  estava bem ali, a 140 Km do império mais arrogante, corrupto e desnaturado da história recente. E, no entanto, jamais se curvou aos 9 presidentes que se sucederam  nos EUA, tendo como meta derrubá-lo e destruir a primeira república socialista do Continente.

Toda a tecnologia criminosa da CIA e outras agências norte-americanas deram com os burros n'água. Até e mesmo a guerra química com o despejo da dengue hemorrágica importada da Ásia e o perverso bloqueio econômico, programado para matar os cubanos de fome, conseguiram levar Cuba à rendição.

O HOMEM NOVO e o respeito do povo por um líder íntegro e incansável repeliram toda a crueldade e ainda inocularam nas bestas reacionárias a frustração e o ódio que fazem desses imbecis uma gente infeliz e amarga.

Falo de Cuba com a autoridade de quem esteve lá logo no começo do governo revolucionário,  em julho de 1960, quando ainda tinha 17 anos. E de quem foi trabalhar lá no ano seguinte, já com 18, como editor de língua portuguesa da Rádio Havana. E de quem vai lá de vez em quando, sempre compensado por tudo de belo e profundo que a inspiração de Fidel Castro, o grande vencedor, legava e legará sempre ao povo deste território livre.


PS. Ir a Cuba, aliás, não custa muito. Mesmo como a saúde abalada ainda espero rever a heróica ilha que deu ao mundo  um revolucionário de verdade.

5 comentários:

  1. Anônimo12:27 PM

    Perfeita a sua análise caro Porfírio

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  2. Thanks for the article, Castro is an great inspirational Leader in the world...

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.