terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O que é isso, companheira?

Inviabilizar a previdência pública parece uma porca encomenda de um esquema internacional advogada pelo norte-americano Stanley Gasek, da AFL-CIO, como tantas vezes denunciei.

As entidades que deram a cara a tapa e levaram o povo para as ruas a fim de defender o mandato da presidente Dilma manifestaram sua preocupação com a preservação da mesma política perversa do Joaquim Levy.
E não é pra menos: até prova em contrário, o novo ministro mais parece um ventríloquo do antecessor, com quem conviveu fraternalmente nesse ano do atraso de 2015. Pior: o governo está sendo até mais explícito no anúncio de um saco de maldade de fazer inveja ao Aécio Neves.
Assim não dá. Reforma da Previdência? Toda hora um direito dos trabalhadores é amputado sob pretexto de enfrentar seu déficit. Uma grossa manipulação que interessa à previdência privada. Inviabilizar a previdência pública parece uma porca encomenda de um esquema internacional advogada pelo norte-americano Stanley Kasek, da AFL-CIO, como tantas vezes denunciei.
A previdência pública brasileira sofreu golpes atrás de golpes desde a ditadura, que dissolveu o antigo sistema em que existiam vários institutos, conforme categorias profissionais. Na época, criaram o INPS para centralizar toda a grana superavitária e usá-la a seu gosto em obras com Itaipu, no Paraguai. Até essa mudança, o limite das aposentadorias era de 20 salários mínimos, reduzidos a 10.
Daí pra cá, muita coisa se fez em paralelo para destruir duas jóias, a saúde pública, que os IAPs garantiam com os melhores hospitais do país, e a previdência, que seria inviabilizada numa segunda etapa. Já na primeira, os planos de saúde fizeram a festa.
É isso que vou comentar aqui quando o ano novo chegar. Nessa conspiração, fartam os vilões. E de todos os coretos. E vou logo avisando: se aceitar mexer nos direitos trabalhistas sem a vaca tossir, enquanto deixa a grana do trabalhador ser apropriada pelos patrões através do "Sistema S" – SESC, SESI, etc, etc será um erro pior do que tudo que a oposição tentou até agora.

8 comentários:

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.