quinta-feira, 2 de abril de 2015

Por incrível que pareça, eles querem trabalhar até os 75 anos. Por que será?


Ao longo da história, todos os trabalhadores e funcionários de todos os poderes  lutaram por uma jornada de trabalho justa e por um aposentadoria em tempo hábil.

Neste momento, por incrível que pareça, ministros, conselheiros de tribunais de contas, desembargadores e juízes estão forçando uma emenda constitucional para garantir mais 5 anos de trabalho, passando a aposentadoria compulsória dos ministros dos tribunais superiores de 70 para 75 anos.

Já conseguiram a aprovação da PEC da Bengala em primeiro turno na Câmara Federal. E apresentaram a matéria como uma forma de reduzir o número de ministros indicados pela presidenta Dilma Rousseff, embrulho  prontamente endossado pelos idiotas (ou espertos) da mídia. Pois esse pretexto é uma babaquice casuística, como se a emenda só valesse para os próximos 4 anos.

No Estado do Rio de Janeiro, a Assembleia Legislativa já aprovou em primeira discussão a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que amplia de 70 para 75 anos a idade máxima para a aposentadoria compulsória de servidores estaduais, além de membros do Tribunal de Contas do Estado (TCE), do Ministério Público e da Defensoria Pública.

Ganha uma dúzia de mariolas quem adivinhar por que esses magistrados querem  trabalhar tanto.

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.