segunda-feira, 16 de março de 2015

Gritos das ruas a gente sempre ouve

Manifestação de "coxinhas", "brancos" e das elites mostrou mais pujança do que a da CUT, MST e UNE

"Só tive certeza de que estava no lugar certo e na hora certa quando vi Bolsonaro ser vaiado e impedido de subir num carro de som, durante as manifestações em Copacabana, no Rio de Janeiro. Não teve político discursando. Uma minoria de gente boba pedindo intervenção militar. Grito de impeachment abafado, porque as pessoas, em Copacabana, estavam lá por diversas razões que não somente essas". 
Mariliz Pereira Jorge (UOL)
Que me perdoem os parceiros de travessia, mas depois das manifestações deste domingo, a presidenta Dilma Rousseff tem duas opções impostergáveis:

1. Renuncia e transfere o governo para o Michel Temer, o Eduardo Cunha e o Renan Calheiros; ou, num pinote maior, ao Aécio Neves, Ronaldo Caiado e capitão Bolsonaro; ou ainda a uma junta militar de generais, almirantes e brigadeiros.

Ou então

2. Assume de vez o governo em sintonia com seu discurso de campanha e chama a si as responsabilidades de implementar um programa que enfrente a crise com uma receita consequente não recessiva. Isto é, que volte atrás na rendição à velha fórmula de ferrar o povo e poupar os especuladores, o que foi uma indefensável capitulação, principalmente no caso das pensões que lesam milhões de brasileiros.

Sejamos sensatos: as passeatas que somaram milhares de pessoas podem ter sido "coisas de brancos da classe média", mas aconteceram. Tiveram mais gente do que as contingenciadas manifestações da sexta-feira, 13, convocadas pela CUT, MST e UNE. Se são os brancos e "coxinhas" agora os donos da rua, se faltou massa na defesa da Dilma, isso foi consequência de todo um processo de desfiguração dela própria. 

Quem vai sair por aí para defender governo que ferra preferencialmente os futuros pensionistas e esquece a boa vida dos "rentistas" e dos afortunados, que pagam uma merreca de impostos enquanto o governo "popular", a exemplo do que aconteceu no passado com os tucanos, se recusa até mesmo a uma atualização da tabela do imposto de renda?

Fala sério, parceiro. Em dezembro, antes de entregar o ouro ao bandido, o Ibope da Dilma era superior a 43%. Se ela se entregou ao Bradesco e deu carta branca ao Joaquim Levy, subordinado do presidente Luiz Carlos Trabuco, a quem ela implorou para assumir o Ministério da Fazenda, o que se podia esperar de nós outros? Dilma jurou de pés juntos que não faria nada que prejudicasse os mais ferrados e fez exatamente o contrário.

Graças a sua injustificável guinada, os reacionários derrotados ganharam fôlego. Voltaram ao ataque certos de que não teriam obstáculos. Dilma, Lula e o PT acharam que blindariam o governo entregando ministérios e prebendas à fina flor da picaretagem parlamentar, garantindo a vitória do Renan no Senado e compondo, depois de uma derrota e de forma desfavorável, com o Eduardo Cunha, tutti buona gente.  Achavam que bajulando o agro-negócio da Kátia Abreu e facções evangélicas a quem confiaram o Ministério dos Esportes ganhariam a proteção de Deus contra ventos e trovoadas.

Dilma se esqueceu que o meu voto, como o de milhões de brasileiros, foi muito mais contra a penca da privataria do que a favor dela. Para conquistar de fato a confiança dos  milhões de eleitores eventuais teria que resgatar todos os sonhos e todas as esperanças da primeira semente, que não era transgênica e não assimilaria enxertos.

Esqueceu o velho dito popular: os inimigos não mandam flores. E de recuo em recuo, de concessão em concessão, ficou sozinha no mundo. Pior: virou refém do crime parlamentar organizado e revelou um temor terrível do Judiciário, ao ponto de até hoje não ter indicado um ministro para cargo vago no Supremo há 9 meses.

Disso se valeram as quadrilhas golpistas que, como já foi dito, estão na bronca por que, bem ou mal, com as bem sucedidas políticas compensatórias de ocasião, uma grande massa de desvalidos melhorou de vida e fez minguar o exército dos subalternos de baixo custo. No entanto, esses afortunados chiam de barriga cheia, por que nunca em tempo algum os banqueiros encheram tanto as burras, nunca foi tão mole viver da especulação financeira, o que levou milhares de pequenos e médios empresários a fecharem seus negócios para viver de "aplicações".

O pior que pode acontecer é fechar os olhos para a realidade. É baixar-se ainda mais às exigências dos donos do mundo e pactuar uma governança tutelada. O PT já não tem o mapa das ruas, mas o povo ainda não caiu de costas nas garras dos seus opressores.

Reverter esse quadro deprimente é possível. O brasileiro em geral é governista, digo isto há décadas – os governos é que não são povistas.  Só que também é sensível ao bombardeio das mídias intrigantes e cede fácil às fofocas repetidas em escala pela imprensa falada, escrita, televisada e, principalmente, internética.

Por tal, Dilma, Lula e o seu partido não têm escolha. Embora já nos acréscimos, ainda podem reconciliar-se com a moçada decepcionada. Podem, sim, desde que refaçam tudo, parem de fingir e assumam as verdadeiras mudanças estruturais, começando pela reforma agrária congelada hipocritamente e investindo naquilo que torne menos injusta a pirâmide social.

Para isso, não vale oferecer migalhas, quinquilharias e bugigangas. Há milhões de desempregados e subempregados numa tragédia tão patética que hoje os idosos são cabeças da renda familiar de quase metade dos nossos lares.  E uma boa parte desses desempregados, sustentados pelas aposentadorias e pensões dos avôs, ostentam diplomas universitários, exibindo o mais grave corpo de delito da falta de políticas públicas competentes.

Sei que é difícil fazer chegar essa reflexão à "companheira Dilma", que só tem ouvidos e olhos para os cortesãos mais afeitos ao "sim, senhora". Mas alguém tem que acender a luz vermelha. As elites estão cheias de si e vão continuar na ofensiva: já programaram outra manifestação para 12 de abril. Como disse o Aécio, ansioso por qualquer coisa que o ponha de cara pro gol, os protestos dos "coxinhas" estão apenas no começo.

Eles já derrubaram um presidente sem dar um tiro e levaram outro ao suicídio. E os dois realmente estavam  pagando pra ver. Pagaram e ficaram no prejuízo. 

15 comentários:

  1. Anônimo9:45 AM

    É isso mesmo.
    Dilma tem que acordar de sua hipnose neoliberal: deixar de agradar o inimigo numa espécie de "síndrome de estocolmo" e olhar para os milhões de pobres deste país. Ou ela se esqueceu deles?

    ResponderExcluir
  2. Anônimo12:35 PM

    Dilma:
    Tire o CardoZZo, o Mercadantas e o "banqueiro" Levy;
    Chame o De Santis, o Ciro Gomes, o Requião, a Jandira e .... o Lula.
    Saia da Centro-Direita e vá para a Centro-Esquerda.
    Para de financiar a Globo Golpista !!!

    ResponderExcluir
  3. Paulo Gianinni1:15 PM

    Em 1960 o meu avô reuniu os netos e disse "qualquer país das Américas, principalmente da América do Sul, que queira implantar uma política justa para a maioria do seu povo, deverá antes consultar e pedir permissão ao maior país "democrático da Terra, os E.U.A. "

    Então lhe perguntei: "Essa consulta e permissão faz parte da democracia mundial ou só da democracia dos E.U.A.?"

    Ele morreu sem me responder de forma convincente, se a democracia implantada nos E.U.A. é a mesma implantada nos países subdesenvolvidos da Terra.

    Cinquenta e cinco anos depois, continua valendo as palavras do meu avô, incluindo para outros países subdesenvolvidos que não fazem parte das Américas.

    ResponderExcluir
  4. Sérgio Amorim1:16 PM

    Porfírio, meu caro. Vejo uma luz no fim do túnel? Dizes tu em teu blog "72 anos na mesma trincheira". Será essa tua última manifestação a primeira da retomada de tua consciência perdida? Tomara! Voltaste à trincheira, de onde nunca deverias ter saído? Será que vais parar de enxergar em cada inimigo do PT um coxinha, um aecista ou, pior, um bolsonarista?
    A política do PT é a mesma do Papai Noel de Quintino, ou a dos "coronéis" do teu querido Nordeste, mas em escala continental, essa a diferença. Dar para receber (votos). E manter a pobreza sob controle, para sempre os miseráveis estejam a comer na mão dos poderosos, aos pés deles.
    Quando pretenderia o PT parar com o bolsa-família e seus congêneres? Quando que um povo desnutrido, analfabeto, sem qualquer âncora no mundo moderno, mas recebendo um capilé qualquer, vai querer se libertar dessas esmolas? Nem sabe que é refém dessas políticas. Nem sabe o que é refém. Muito menos o que é política.

    Parabéns pela tua ressurreição, Porfírio, volte a escrever como o fazias em 2009, 2010, desmascarando o "sapo barbudo" e sua quadrilha. Como tu mesmo aludiste, quem sabe que não te recuperas, ainda que seja nos acréscimos?
    UM ABRAÇO E BENVINDO AO MUNDO DAS CABEÇAS SÃS.

    ResponderExcluir
  5. Estamos no pré-guerra dos anos 1930s... Logo viraremos uma Ucrânia... A CIA/EUA combinadas com a imprensa-empresa + a direita local + nosso CORRUPTO e CORROMPIDO JUDICIÁRIO estão fazendo um trabalho muito competente. Alie-se a isso a extraordinária INCOMPETÊNCIA do governo em enfrentar o desafio da COMUNICAÇÃO SOCIAL. Taí o quadro completo! Conseguiram transformar um caso de POLÍCIA num caso de POLÍTICA. Note a semelhança do discurso. Os PETISTAS de hoje são os JUDEUS de 1930. Culpados de TUDO. A imprensa-empresa conseguiu o bando de LÚMPENS e ZUMBIS que queria... Resta saber quem será o NOVO HITLER brasileiro, pois o Plínio Salgado JÁ ERA!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Anônimo7:54 AM

      Comentário muito lúcido. Concordo.

      Excluir
    2. Paulo Gianinni10:16 AM

      Perfeito o comentário acima do Sr. Castor Filho!!

      Excluir
  6. ELISA BRUM1:57 PM

    Caro Pedro,

    Os companheiros de esquerda estão cometendo, a meu ver, o grave erro de minimizar as manifestações dos "brancos" nas ruas, argumentando que não representam o "povão", entidade obscura que nunca deu apoio aos movimentos progressistas, quando necessário. Esta é, infelizmente, a realidade do nosso país. A verdade é que a classe média está encurralada e, que eu saiba, é tanto povo como qualquer um. As políticas públicas estão equivocadas, ao só considerar como "povo" os miseráveis ou os mais pobres da escala social. É a velha história do cobertor curto: acudir os mais necessitados tirando dos assalariados e pensionistas o que conquistaram com dificuldade ao longo da vida. É preciso emprego para os jovens que saem das universidades, atendimento médico e educação de qualidade, para que a classe média não precise implorar bolsas para ter seus filhos em boas escolas, ou se endivide criando situações sem solução. Fica aqui mais uma vez o meu alerta. Estou ouvindo as pessoas nas ruas e elas não estão felizes nem esperançosas. Algo precisa ser feito e já. Estamos correndo o sério risco de retrocedermos, entregando o ouro novamente aos bandidos e perdendo o comando da nossa história.

    ResponderExcluir
  7. Anônimo9:22 PM

    Dilma deve ser investigada criminalmente

    Rodrigo Janot (Procurador-Geral da República) e Teori Zavascki (ministro do STF e relator do caso Lava Jato) estão equivocados (data vênia): não há nenhum impedimento legal ou constitucional para investigar se Dilma Rousseff (e seu partido: o PT) teria recebido, em 2010, sob a forma camuflada de “doação eleitoral”, dinheiro gatunamente surrupiado da Petrobras. Ao que tudo indica, a cleptocracia nacional (roubalheira das classes dominantes e reinantes) estaria, de forma surreal (por meio de doações eleitorais) lavando dinheiro infecto vindo da corrupção. Eventuais contradições nas falas de Paulo Roberto Costa e Youssef (delatores-gerais da república cleptocrata) não constituem obstáculos, ao contrário, são motivos energizantes da investigação.

    Nada impede tampouco (aliás, tudo recomenda) que se investigue se o dinheiro, eventualmente dado a Sérgio Guerra (R$ 10 milhões) e a Eduardo Campos (R$ 20 milhões), teria também beneficiado o PSDB (campanha de José Serra de 2010) e o PSB (campanha ao governo de Pernambuco em 2010) como “petropropinas que viraram doações eleitorais”. Todos os partidos suspeitos (companheiros, atentem, todos!) devem ser devidamente investigados para o efeito de se constatar se é verdadeira a tese (que já ganhou foros de voz corrente) de que eles se transformaram em facções criminosas organizadas para pilharem impiedosamente o patrimônio público. Em caso positivo, devem ser extintos tais partidos, sem dó nem compaixão. O expurgo de tumores corruptivos gera a profilaxia do corpo societal e estatal.

    O princípio republicano exige que o Brasil (incluindo a corrupção das suas classes sociais dominantes e reinantes) seja passado a limpo (desde a raiz). Investigar a presidenta (e) Dilma por atos supostamente criminosos e ladravazes não é a mesma coisa que abrir “processo” contra ela. Janot e Teori, neste particular, confundiram as coisas (quando arquivaram a possibilidade de investigação de Dilma, citada 11 vezes nas delações até aqui reveladas). Tudo foi didaticamente bem explicado pelo min. Celso de Mello no Inq 672-DF. Abriu-se investigação apenas contra Palocci (que teria sido o intermediário de um empreendimento criminoso com fachada de “doação eleitoral”). Mas a investigação precisa ir mais fundo, para alcançar os “andares de cima” assim como os pilares corroídos dos partidos políticos. Limpeza pela metade é típica de um País de faz de conta. É uma farsa.


    ResponderExcluir
  8. PT, PSDB, Nova Ditatura Militar. O que esperar destes sociopatas que afundam deliberadamente, dia após dia, o país no caos. Quem quiser acreditar em fada madrinha ou anjo da guarda, só conseguirá colecionar decepções:

    https://www.youtube.com/watch?v=yUpVQu9WHyQ

    Com 42% das riquezas da nação (por enquanto) sendo destinadas aos plutocratas globalistas, só nos resta as sobras da mesa. Brizola já nos alertava sobre as sempre ridicularizadas "perdas internacionais". E para ficar bem clara a PUTARIA ODIENTA que nos governa e nos assalta cotidianamente:

    http://www.4shared.com/office/xTrHpRi8/ConfissesdumAssassinoEconmico.html?locale=pt-BR

    Seria este o temor de nossos agentes públicos?

    ResponderExcluir
  9. Anônimo10:08 PM

    Qual será o futuro do nosso BRASIL !!!

    Clube Militar elogia protestos e fala em 'onipresente vigilância'.

    Entidade ligada aos militares critica governo Dilma Rousseff, segundo o qual quer ‘impunemente’ transformar o Brasil numa Venezuela

    Um dia depois das manifestações pelo País, durante as quais grupos isolados pediram a intervenção militar, o Clube Militar publicou uma nota na qual afirma que os protestos mostram que o governo não pode pensar em transformar o Brasil numa Venezuela “impunemente” e que é necessária “onipresente vigilância”.

    “(A manifestação) sinaliza aos seguidores do Foro de São Paulo, hoje dirigindo o Brasil, que não podem pensar impunemente em nos transformar em uma ditadura similar à da Venezuela nem mesmo num sofrido Equador ou Bolívia, que já trilham o caminho abominável do que chamam bolivarianismo”, afirma a nota, assinada pelo coronel da reserva Ivan Cosme Pinheiro, diretor de Comunicação Social da entidade.

    O texto O Dia em que o Brasil Mudou foi publicado na seção Pensamento do Clube Militar, divulgada aos integrantes das Forças Armadas associados à entidade. Segundo a nota, a administração atual pratica o “câncer social”, que é a corrupção, e precisa se corrigir. “Não basta mais dizer, em discursos recorrentes, que vai combater a corrupção, se na verdade está praticando esse câncer social em busca de seus interesses.”

    Ao falar da “onipresente vigilância”, a nota aponta uma “sanha despótica” no governo Dilma Rousseff. “Havemos de ter, a partir de agora, uma onipresente vigilância quanto ao que o governo pretende nos impor e quanto às medidas a serem implementadas por ele, prometendo buscar soluções para os problemas que nos afligem, diga-se de passagem, gerados por ele próprio em sua sanha despótica.” Ainda de acordo com o texto, “toda a moral brasileira tem que ser revista em todos os níveis”.

    A nota destaca que as Forças Armadas dedicam-se “exclusivamente” aos interesses nacionais, mas não menciona os pedidos de intervenção feitos por uma minoria. ”Não se olvide também que o Brasil, diferentemente desses nossos vizinhos, tem Forças Armadas avessas à execução de políticas partidárias e ideologias em seu âmago, dedicando-se, exclusivamente, aos interesses nacionais”, afirmou o coronel.

    O texto termina com exclamações, dizendo que o Brasil mudou ontem. “Entendam bem: mudou para sempre e para melhor!”

    A entidade se autoproclama a “A Casa da República” e diz ser a favor da democracia.

    Qual será o futuro do nosso BRASIL ???




    ResponderExcluir
  10. Anônimo11:05 AM

    O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (DEM-GO), defendeu nesta quinta-feira que a presidente Dilma Rousseff seja investigada no escândalo do petrolão. Ele alega que a Constituição proíbe que o chefe do Executivo seja "responsabilizado" por atos alheios ao mandato, mas não que seja investigado. Caiado também contestou a interpretação de que eventuais irregularidades cometidas por Dilma tenham ocorrido apenas antes de ela assumir o Presidência, em 2011.

    Conforme revelou reportagem de VEJA, o doleiro Alberto Youssef afirmou em juízo que Dilma, o ex-presidente Lula e a alta cúpula do governo petista sabiam do esquema de corrupção e distribuição de propina na Petrobras. Caiado lembrou que, após a publicação dessa edição de VEJA, em 24 de outubro do ano passado, houve forte ataque de petistas e de partidos de esquerda à revista, inclusive com depredação do prédio da Editora Abril, que a publica. O senador observou que VEJA foi penalizada por publicar a verdade, como ficou evidente com o fim do sigilo dos depoimentos de Youssef na semana passada.

    "No momento dessa delação, uma revista de repercussão nacional estampou na sua capa que o doleiro Alberto Youssef revelou à Polícia Federal que Dilma Rousseff tinha conhecimento, assim como Lula, das benesses ou das transações na Petrobras", disse o senador na tribuna, exibindo um exemplar da revista. "Isso provocou, de imediato, a ação direta do exército do Lula - não é o Exército brasileiro, é o exército do Stédile - para agredir VEJA, quebrar o prédio de VEJA, que foi execrada, como se estivesse fazendo campanha em apoio ao candidato da oposição. Agora, depois de tudo isso vir à tona, qual é a posição da presidente da República, que, no debate eleitoral, achincalhava a revista por ter publicado uma matéria cujo conteúdo era uma delação de Alberto Youssef?".

    Qual será o futuro do nosso BRASIL ???

    ResponderExcluir

Quem sou eu

Minha foto
Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.