segunda-feira, 17 de novembro de 2014

O desafio do atual Governo

   
Publicado na revista CARTA CAPITAL
 A tarefa dos democratas e progressistas hoje é fortalecer o governo Dilma no Congresso, para que possa fazer frente à coalizão de centro-direita, e junto à cidadania, para avançar com reformas.

A chamada classe-média alta e a pequena burguesia descobriram que a emergência dos pobres – a ascensão dos de baixo – cobra-lhes dividendos: para que muitos tenham algo a mais é preciso que poucos tenham um pouco menos. Esse preço, no entanto, parece-lhes muito alto. Os ascendentes miram sempre patamares mais elevados, e os que já lá estão temem essa chegada, pois não há garantia de espaço para todos. No frigir dos ovos, alguém haverá de ceder, e o medo da queda é mais forte do que o sonho que acalanta a subida. Sob o pavor de uma eventual regressão social, que não as ameaçam, as camadas médias urbanas tentam impedir a mobilidade social – este, o novo “fantasma” da sociedade fundada na desigualdade de classe.

É contra a ascensão dos pobres que berra e se mobiliza a direita brasileira, açulada pelo discurso de uma oposição biliosa: seu combustível é o medo.

CLIQUE AQUI e leia o texto na íntegra

10 comentários:

  1. Sérgio Amorim11:20 PM

    É Porfírio, tá sumido, hein? A roubalheira da PeTrobrás te calou? Nem uma palavrinha a respeito? Está muito bem o governo Dilma, não? E a Gracinha Foster, aquela beleza? Continuará de pé? Tem muita "gente boa" ainda para ser presa, não? Cadê seus comentários?

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    Respostas
    1. Você por acaso procurou saber da minha saúde? Pois leva essa para a sua alegria e de sua turma mau caráter: o CÂNCER do fígado, que já imaginava extirpado, voltou e vai me obrigar a uma nova intervenção. Ficou feliz? No momento, até ficar muito tempo sentado junto a um computador me incomoda. Mas pode deixar: em tendo melhores condições, vou continuar dizendo as verdades históricas que só os pilantras omitem, por que são pagos para isso. No mais, me esquece e vai procurar tua turma. Não tenho tempo para dar atenção a provocadores dessa direita rancorosa.

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    2. Sérgio Amorim4:42 PM

      'Direita rancorosa": é fácil tentar escapar das acusações chamando os adversários de direita, como se fossem torturadores, bajuladores do poder militar, inimigos da democracia, favoráveis ao trabalho escravo e por aí vai.
      Em nenhum momento eu ficaria feliz com a doença de quem quer que seja, menos ainda a sua, a quem respeito pelo seu passado, que agora se entrevê manchado pelo presente. Mais triste que a sua doença, para seus ex-admiradores, é a sua doença em defender essa laia corrupta, podre.
      Que você se recupere, Porfírio, nem que seja para nos caluniar, mas que se recupere. Quero vê-lo bem.
      Quanto "a ser pago para isso", acho que pensas haver um espelho entre nós: pois tu é que deves estar sendo pago para defender essa escumalha. Tomara que cumpram a promessa e te paguem o prometido. Essa turma costuma dar golpe em todos, cuidado.

      Quanto a "omitir" alguma coisa, não são seus opositores e ao governo que tu tanto bajulas que estão a omitir algo. O PT usa de todas as armas, a maioria ilícita, para barrar qualquer aprofundamento nas roubalheiras. Você sabe disso, não preciso te contar. E quantas são, hein Porfírio?

      Não é possível, Pedro Porfírio, que esses "malfeitos" não te incomodem, mais que isso, que não causem sua indignação, sua revolta. Perplexidade sei que não te causa mesmo, porque de há muito já sabias dos métodos dessa turminha.
      Vivemos, com seu apoio (ninguém sabe porque apoias, isso é que nos causa perplexidade), na maior das cleptocracias que a humanidade já viveu. E o futuro é negro, sob vários aspectos, em especial o econômico.
      Saúde, Porfírio. Queremos o seu bem, apesar de nos caluniar. Pode continuar a fazê-lo, se isso serve à sua recuperação, é o mínimo de contribuição que lhe podemos dar. E dou-lha de peito aberto, sem esperar retorno. Só gostaria que você caísse na real. Diga: errei ao apoiar essa camarilha. Estou de volta para combater esses ladrões da pátria.

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  2. Sérgio Amorim9:11 PM

    Para que fique bem claro para alguma alma que venha a ler esses comentários: não imagine que comentei algo que Roberto Amaral escreveu; esclareço que no dia que me der ao trabalho de ler o que esse inútil escreve, podem me internar.
    Só usei de carona para tecer meu comentário sobre os petistas. Aliás, esse salafrário é um petista escondido nas hostes do PSB. Já foi expulso de lá? (Que diferença faz?)
    Um abraço, Porfírio. Desejo-lhe pronta recuperação, embora, talvez, fosse a situação o inverso, ao que parece, pelas suas últimas linhas raivosas - raivosas como nunca vi, de causar espanto! -, você viria a desejar meu fim.
    Sinceras melhoras.

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.