segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Olha o perigo


Imagine o que a Dilma tem pela frente: Eduardo Cunha, de vida pregressa conhecida,  é o mais cotado para ser o novo presidente da Câmara, em substituição ao parceiro Henrique Alves, derrotado na eleição para governador do Rio Grande do Norte.

Se esse cara assumir a Câmara,  não tenha dúvida: Dilma continuará sendo refém dos políticos corruptos, com a agravante: o ICP (índice de chantagem parlamentar) vai bater todos os recordes.


A gente precisa fazer alguma coisa. Não elegemos a Dilma para ficar a mercê de políticos desse tipo.

2 comentários:

  1. Sérgio Amorim1:35 PM

    Caiu na real somente agora, caro Porfírio?

    Parabéns pelo seu esforço em eleger o grupo mais corruPTo já visto na história deste país.
    Eu sei que você sabe,Porfírio, mas não custa te lembrar: Dilma foi eleita graças à indigência mental e física de brasileiros mantidos nessa subcondição, exatamente para garantir a permanência eterna no poder desse covil que assola nossa economia, superfaturando do papel higiênico às obras que não saem do papel, sem contar o pagamento aos marqueteiros, expertos sucessores de Goebbels. Como você mesmo, em palavras mais bem trabalhadas, já tinha dito. Quem duvidar, coloque no Google "Porfirio lula mensalao", e acesse excelentes textos, não muito antigos, do nosso querido Porfírio, agora um lulista/dilmista de primeira hora.
    PT saudações.

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  2. Anônimo8:31 PM

    Para quem ficou elogiando a biografia do Sarney, beijando a mão do Jader Barbalho como o Lula, e a Dilma escolhendo como vice o Michel Temer está tudo em casa. Só falta colocar o Lobão presidente da Petrobras e o Gim Argelo no TCU.

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.