quarta-feira, 8 de outubro de 2014

O voto crítico em Dilma

Marcelo Freixo

Este apoio reflete o sentimento mais lúcido das esquerdas
Tenho profundas críticas aos governos do PT e, especificamente, à administração Dilma Rousseff. Apesar disso, acredito que a volta do PSDB à Presidência da República será um enorme retrocesso ao país.

Um governo tucano representa o retorno de uma elite conservadora e de uma política econômica prejudicial aos trabalhadores e à população mais pobre. As gestões do PSDB sucatearam as universidades públicas, desmantelaram o Estado, deixaram o funcionalismo sem reajustes, arrocharam salários e provocaram desemprego em massa.

A vitória de Aécio significa o triunfo de um projeto elitista, a criminalização dos movimentos sociais, a redução da maioridade penal, a privatização do sistema penitenciário e o retrocesso da política internacional. A promoção da justiça social nunca foi e nunca será uma prioridade tucana.

Diante deste cenário e do avanço de políticos conservadores no Congresso Nacional, eu não poderia ficar indiferente. Votarei, de forma crítica, em Dilma para impedir o retorno de um projeto conservador com o qual não tenho qualquer identificação.

Eu e o PSOL continuaremos fazendo oposição de esquerda ao governo federal, pressionando para que a reforma agrária, a reforma política, a democratização dos meios de comunicação, a desmilitarização da PM, a descriminalização das drogas e a defesa dos direitos LGBT sejam pautados.

3 comentários:

  1. Anônimo9:26 PM

    MEU DESABAFO
    QUE CARA DE PAU ESSE TAL DE ANDRÉ DO TAXI OU VULGO PINÓQUIO TA AGRADECENDO PELOS 6900 VOTOS ALCALÇADOS, ENGANOU TODO MUNDO.
    ELE É UM FICHA SUJA MENTIROSO.
    NARIGUDO
    QUASE MANCHA A FIGURA DO EX-SECRETARIO OSÓRIO E DO FILIPPE NETTO.
    AGORA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR COMO ELE PODE TER CARTÃO DE TAXISTA RATR COM AS CERTIDÕES SUJAS.
    POR QUE NÃO EXISTE HOMÔNIMO QUANDO É O MESMO CPF E MESMA IDENTIDADE E FILIAÇÃO COINCIDENTENTE.
    QUE LEVA A CERTIDÕES ATÉ O TRE E O CANDIDATO SE ELE NOTASSE QUE ERA HOMONIMO TERIA GRITADO ANTES.

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  2. Sérgio Amorim12:11 AM

    Ué?! Osório é 171 do Paes. Felippe Neto do sogro do Rodrigo Bethlem... diga-me com quem andas, dir-te-ei quem és.
    No mérito, o PSDB com tudo que tem de ruim, não é pior que os barbudinhos do PT, bandidos e imundos. Ratos se lambuzando com mel. Que aproveitem, porque a sopa vai acabar. Nunca roubaram tanto. A dúvida é se aprenderam ou ensinaram ao Sarney, ao Renan, ao Maluf e a tudo mais de asqueroso a que se juntaram.

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  3. Anônimo1:42 PM

    O que realmente está em jogo é o PETRÓLEO, o BANCO dos BRICS e de quebra, a AMAZÔNIA.
    O Aécio "ENTREGUISTA" Neves é o preferido dos Banqueiros Anglo-Americanos, que dominam a nossa "Grande Mídia" e "Mundo Judaico-Cristão".
    A única opção é a Dilma, pois, o ótimo é inimigo do bom !
    Se você acha ruim com a Dilma, será MUITO PIOR com o Aécio; basta lembrar os 8 anos do mega entreguista FHC.
    O que sai na "Grande Mídia Amestrada" é lorota para enganar TROUXAS !!!

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.