quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Reflexões sobre a educação no Brasil


Independente dos fatos recentes, escrevi minhas reflexões sobre a educação no Brasil, que vejo com olhares bem mais abrangentes.
Há desafios crônicos, que encabeçam qualquer agenda e exigem ações mais incisivas enquanto não chegamos ao fundo do poço: a educação pública de qualidade e a atenção a saúde encabeçam essas prioridades.
Na educação, gerações inteiras estão sendo enganadas por um sistema que não prepara e não estimula o interesse pelo ensino - antes pelo contrário. Para enfrentar essa deficiência gravíssima, será preciso concentrar todos os esforços e todas as reflexões na avaliação de todos os aspectos dessa responsabilidade do poder público. É preciso ir fundo não apenas no questionamento das condições de trabalho dos profissionais do ensino e de aprendizado dos alunos - temos obrigação de rever, aqui e agora, todo esse modelo excludente que predispõe o aluno contra a escola, ou seja, há que reformular currículos e linguagens.
A proposta do ensino em tempo integral, incorporada pelos CIEPs, é essencial
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7 comentários:

  1. Anônimo1:06 PM

    Pedro Porfilio gostaria de entrar em contato com o Sr. Sureia da Vila Benjamin Constant.

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  2. Anônimo10:31 AM

    Pedro, gostaria de lhe enviar um email sobre uma problema cronico que estamos vivendo em nosso bairro. você poderia me passar seu email?
    obrigado
    rodrigo.

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.