quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Lucidez como matéria indispensável no currículo da educação pública

Universidades federais vivem momento delicado
 com as paralisações e as cotas sociais impostas
 
 
 
 
 
Universidades federais em greve. Professores e funcionários insatisfeitos. Alunos à espera de formatura. Cursos parados. Hospitais universitários adiando transplantes. Mais cotas por decisões no Congresso que ferem a autonomia universitária e mesclam assistência social com aferição de aptidões.

Não pode existir um coquetel mais explosivo para detonar a Universidade Pública, a parte sobrevivente da educação que nos é devida pelo Estado e abrir o “mercado” para as empresas particulares, que se espalham como todos os recantos como uma rede comercial de massificação do diploma superior.

Sinceramente, estou convencido de que, à falta de coragem para implodir formalmente o ensino público superior, estão tratando de miná-lo com a colaboração inconsciente de quem pode até estar cheio de razão e de direitos, mas deveria trabalhar numa equação que explicite seu protesto sem prejudicar os alunos e a própria sociedade, que investe com seus impostos na expectativa de profissionais qualificados.
 
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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.