sábado, 11 de agosto de 2012

Governador Eduardo Campos: a importância e a simbologia de um apoio

Presidente do PSB dá dimensão nacional à campanha de Pedro Porfírio à Câmara do Rio de Janeiro
Neste 10 de agosto, Eduardo Henrique Accioly Campos completou 47 anos. E celebrou o seus 22 anos de vida pública, iniciada com o mandato de deputado estadual, aos 25 anos.
Sua geração parece predestinada a comandar um novo período da história brasileira. Eduardo Campos, governador de Pernambuco, já tem uma invejável bagagem de serviços prestados ao país, incluindo três mandatos de deputado federal e seu desempenho como ministro de Ciência e Tecnologia.
Eleito governador pela primeira vez em 2006, foi reeleito em 2010 com 82,89% dos vots, derrotando um ex-governador que, antes dele, fora a maior força política do Pernambuco.
A frente de um Estado do Nordeste, onde governar é administrar uma pedreira, o jovem Eduardo Campos manteve sempre a liderança entre os governadores mais bem avaliados do Brasil. Em dezembro de 2011, chegou a 89% de aprovação em pesquisa do Ibope: colocou-se 15% a frente do segundo colocado e teve também o menor índice de desaprovação.
Presidente nacional do PSB, tem nome é lembrado como uma alternativa natural para a Presidência da República não só pelo desempenho administrativo: graças à sua atuação, o PSB tem hoje 6 governadores, à frente do PMDB e dos demais partidos da base governista, e se destaca pela lisura em suas administrações, quase todas muito bem avaliadas.
Por sua projeção nacional e internacional tem gravado declarações de apoio a candidatos a prefeitos afinados com sua legenda em todo o país. No Rio, engajou-se pessoalmente na campanha do deputado Alexandre Cardoso, que poderá transformar Caxias num modelo de gestão municipal. E gravou também para candidatos a prefeitos de outros municípios.
Não estava em sua agenda envolver-se nas campanhas dos vereadores. No entanto, com a responsabilidade de sua autoridade política nacional e pelo respeito pessoal que tem à biografia do cearense Pedro Porfírio, abriu uma exceção. E fez um pronunciamento que dá uma amplitude gigantesca à candidatura desse velho guerreiro de quase 70 anos, cuja atuação como homem público é uma referência para todos os cidadãos, de todas as gerações.
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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.