sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Cinco presidentes com câncer ao mesmo tempo: esse filme nunca ninguém viu antes

Tudo o que se especule a respeito é factível: a guerra torpe pelos podres poderes não tem limites

Os presidentes do Paraguai, Brasil e Venezuela precederam a presidente da Argentina. Todos atingidos por câncer no espaço de um ano.
“Não seria estranho se tivessem desenvolvido uma tecnologia para induzir ao câncer e ninguém soubesse disso até agora".
Hugo Chávez, presidente da Venezuela e um dos cinco líderes sul-americanos afetados pelo câncer, numa referência aos EUA.

Como nessa guerra torpe pelo controle dos podres poderes tudo é possível, tudo mesmo, inclusive o imponderável, inclusive o inimaginável, confesso que esse número recorde de presidentes acometidos de câncer aqui, na América do Sul, está me deixando com um monte de pulgas atrás da orelha.
Pra início de conversa, não há registros de que essa doença quase fatal tenha atacado tantos presidentes e líderes de uma só vez. Ou eu estou errado? Você aí: pode me refrescar a memória e a cultura, falando de algo semelhante?
Não quero e não posso embarcar numa paranóica “teoria da conspiração” de conteúdo tão polêmico. Mas o papel do jornalista é ver mais fundo, perscrutar os sintomas da informação, explorar todas as possibilidades, especialmente as mais remotas. Assim, fiel ao juramento profissional, por obsessiva vocação de ofício, resolvi esquadrinhar o mundo oculto das barbaridades científicas.

Isto é: esses mais de 50 anos de redação me dão suporte para mergulhar fundo, sem deixar-me trair pelo panfleto e o facciosismo que se mesclam e se enxertam no noticiário predominante . É como se me guiasse nessa investigação aquele velho adágio galego: “Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay”.

O trato com esse “novo fenômeno” é uma boa oportunidade para que todos nós, sem exceção, nos despojemos das simpatias, antipatias e comprometimentos e cuidemos de tirar uma boa lição da aberrante carga pesada que ronda os círculos do poder.

Em comum, posições políticas fora do figurino tradicional

Digamos que a sucessão de diagnósticos tão impactantes seja mera coincidência. O mais confortável é ficar com essa probabilidade. Mas certos parentescos políticos entre as vítimas e a própria concentração dos casos num único espaço do globo terrestre, a América do Sul inquieta,  autorizam imaginar o contrário.

O paraguaio Fernando Lugo, os brasileiros Dilma Rousseff e Luiz Inácio, o venezuelano Hugo Chávez e a argentina Cristina Kirshner não são os governantes dos sonhos de consumo das potências ocidentais, por mais que eles procurem demonstrar posturas de chefes de Estado, no exercício pragmático de suas obrigações: o próprio presidente Hugo Chávez, alvo de todo tipo de artimanhas para apeá-lo do poder, tem sido um inteligente mercador do petróleo venezuelano: metade de suas exportações é destinada exatamente para os Estados Unidos.

Nesse caso, é didático levantar a ficha de cada um dos presidentes infectados pelo câncer. Não há nenhuma exceção que indique ser esse ou aquele um aliado sob medida dos Estados Unidos, como Sebastian Piñera, do Chile ou Juan Manoel Santos, da Colômbia.

Nessas circunstâncias, não me surpreenderia se os inescrupulosos laboratórios mantidos principalmente pelo complexo industrial-militar de Washington estivessem por trás dessa “onda cancerígena” absolutamente inédita.

Os norte-americanos já fizeram de tudo para eliminar Fidel Castro, seu vizinho mais incômodo. Isso consta inclusive de documentos oficiais liberados pelo tempo e de confissões de agentes envolvidos em operações com este fim. Não é exagero suspeitar que a própria doença que levou à renúncia do líder cubano tenha origem em algumas dessas tentativas, embora seja de bom alvitre lembrar sua idade avançada.

Guerra bacteriológica existe e já fez muitas vítimas

A guerra química e bacteriológica existe e tem seu exemplo mais cruel na introdução por agentes da CIA da dengue hemorrágica em Cuba, que provocou uma traumática pandemia e registrou o primeiro caso desse tipo letal de infecção fora da Ásia: numa população de cerca de 10 milhões de habitantes, registraram-se 344.203 casos de dengue (sobressaindo-se 34 mil de FHD e 10.312 das formas mais severas).  Durante o pico da epidemia, foram notificados 11.271 casos em um único dia. Dos 158 óbitos, 101 foram em crianças. Segundo cálculos da OMC, o custo dessa epidemia que quase paralisou Cuba foi de US$ 103 milhões. Desde então, o governo cubano desenvolveu as mais eficientes técnicas preventivas e hoje exporta vacinas para 70 países.

Em 14 de Junho de 2007, a Comissão Especial para a Descolonização da ONU emitiu um parecer no qual afirma tacitamente que o HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program) utilizado, segundo o governo dos EUA apenas para investigação científica, poderá provocar uma explosão equivalente à de uma bomba atômica, mas sem ser detectada qualquer detonação. Além desta habilidade bélica secreta, o HAARP tem múltiplas capacidades de mexer com o clima alterando a temperatura atmosférica de forma a conseguir causar tornados ou chuvas torrenciais em determinados pontos pré-determinados do globo.
No Alasca, o QG de uma nova arma de guerra
Há muitas indagações sobre o uso que tem sido feito do HAARP, um misterioso programa desenvolvido no Alasca pelo Pentágono desde 1993 com o objetivo oficial de ampliar o conhecimento obtido até hoje sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre.
Além disso, utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum projeto político fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual é hostil aos norte-americanos: portanto, seria desejável para os EUA  que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Eliminação de adversários por todos os meios

Claro que esse tipo de operação mortífera não é a mais usual para eliminar governantes hostis, principalmente depois que as “cabeças coroadas” do sistema norte-americano passaram a calcular como negativo o custo-benefício dos golpes militares.
Em seu livro Confissões de um Assassino Econômico, o ex-agente da CIA John Perkins relata em detalhes os acidentes aéreos provocados pela agência de espionagem dos EUA que levaram às mortes dos presidentes Omar Torrijos, do Panamá, e Jaime Roldós Aguilera, do Equador, ambos em 1981, ano do ataque bacteriológico a Cuba. O mesmo aconteceria em 1986 com o líder da luta pela independência e presidente de Moçambique, Samora Machel, cujo avião explodiu quando sobrevoava território da África do Sul, então sob governo da minoria branca.

Da mesma forma, circulam pelo mundo relatos sobre o provável envenenamento do líder palestino Yasser Arafat, em 2004, como obra do Mossad, o serviço secreto israelense. Uma versão circunstanciada a respeito garante que seu assassinato fazia parte do Plano Dagan, desde 2001. Com toda a probabilidade, foi efetuado pelos serviços secretos israelenses. Destinava-se a destruir a Autoridade Palestina, fomentar divisões no seio do Fatah e entre o Fatah e o Hamas.

Hoje não são apenas os árabes, como o médico da família real jordaniana ( e do próprio Arafat) Ashraf al-Kurdi, que têm essa convicção. Os jornalistas israelenses Amos Harel e Avi Isacharoff, destacaram que os sintomas levavam a crer mais num envenenamento. Em artigo publicado em Paris, em outubro de 2005, sob o título A sétima guerra de Israel, estes dois autores levantam três hipóteses: envenenamento, AIDS ou uma simples infecção. E um deles, particularmente, aposta mais na primeira possibilidade.

Mortes estranhas de líderes brasileiros

Já comentei aqui as estranhas mortes de importantes líderes brasileiros, que em plena ditadura congelaram divergências e se uniram numa frente ampla para resgatar a democracia: Juscelino Kubitscheck, “acidentado” em agosto de 1976 na Via Dutra; João Goulart, envenenado na Argentina em dezembro do mesmo ano, e Carlos Lacerda, que morreu em maio de 1977, ao ser hospitalizado com uma gripe no Rio de Janeiro.

A própria morte de Leonel Brizola, em 2004, não me pareceu devidamente esclarecida: ele estava com uma gripe no Uruguai, viajou numa sexta-feira em avião de carreira para o Rio de Janeiro, foi hospitalizado na manhã da segunda-feira, dia 21 de junho, e morreu no elevador do Hospital São Lucas no início da noite do mesmo dia.

Outras mortes também se afiguraram estranhas: o câncer fulminou alguns dos mais combativos intelectuais da resistência contra a ditadura: em 1976, Paulo Pontes, aos 36 anos, e Oduvaldo Vianna Filho, aos 38; Em 1984, Armando Costa, aos 51 anos, e em 1988, Flávio Rangel, aos 54 anos. Os três primeiros, fundaram o Teatro Opinião,  palco da resistência contra a ditadura.

Ainda nesse ambiente, até hoje se especula sobre a “emasculação intelectual” de Geraldo Vandré, o autor da canção símbolo das manifestações de 1968. Há quem diga até que ele, hoje reduzido a um trapo, teria sofrido uma operação de lobotomia.

Vírus produzidos sob encomenda

O poder dos laboratórios na manipulação de doenças vem sendo objeto de denúncias e preocupações públicas. Faz pouco, Ron Fouchier, do Centro Médico Erasmus, na Holanda, iniciou sua pesquisa para compreender melhor o vírus responsável pela epidemia de gripe aviária. No entanto, suas descobertas o fizeram criar algo potencialmente perigoso – e agora a comunidade científica debate se é ou não correto que ele publique seus resultados.

Fouchier modificou o vírus e o tornou extremamente contagioso, transmissível pelo ar – como um vírus da gripe comum. Segundo seu estudo, são necessárias apenas cinco mutações para tornar o H5N1 extremamente transmissível entre pessoas.

AIDS, outra doença criada em laboratórios

Não são poucos os cientistas que responsabilizam o governo dos Estados Unidos e laboratórios particulares pela produção de vírus letais.

Jakob Segal, professor de biologia da Humboldt University da Alemanha, garantiu que o vírus da AIDS foi projetado em um laboratório militar dos EUA, em Fort Detrick, junto com dois outros vírus, Visna e HTLV-1 . Segundo sua teoria, o novo vírus, criado entre 1977 e 1978, foi testado em prisioneiros que se ofereceram para o experimento em troca de libertação antecipada. Ele sugeriu ainda que foi através destes prisioneiros que o vírus se espalhou para a população em geral.

Leonard Horowitz, autor de 14 livros científicos, foi mais além nas denúncias sobre a origem da AIDS, conclamando os países da África e muçulmanos  a boicotarem vacinas norte-americanas que poderiam conter elementos do HIV. Em sua obra Emerging Viruses: (Aids e Ebola - Acidente natural ou Intencional - de 1996), ele é incisivo ao citar o caso envolvendo um portador do vírus, o dentista  David Acer, da Flórida, que se transformou deliberadamente num multiplicador do HIV: "Eu fui forçado a concluir que as autoridades encobriram as evidências implicando Dr. Acer para evitar a mídia, e, posteriormente, o público, a partir de sondagem em seu fundo. Ele acreditava que estava morrendo de um vírus que o governo havia criado. Ao seu melhor amigo (Edward Parsons) Acer disse acreditar que o vírus tinha sido desencadeada por genocídio contra a comunidade gay da América e os negros do Terceiro Mundo ".

Leonard Horowitz também é autor de denúncia sobre a origem da gripe suína, que encheu as burras do laboratório Roche, fabricante do Tamiflu, medicamento usado no seu tratamento e envolveu diretamente o ex-secretário de Defesa de George Bush, Donald Rumsfeld.

Se você tiver um tempinho, sugiro que veja o vídeo de Horowitz sobre a gripe suína em http://www.youtube.com/watch?v=0PTI29Pzh7U

Espero ter tratado essa inédita ocorrência de presidentes da América do Sul vitimados por câncer da forma mais abrangente possível, oferecendo subsídios para que você também reflita sobre as possibilidades de natureza política que estão sendo aventadas em várias áreas.

Não pretendo deixar uma questão fechada, mas insisto em que nessa guerra torpe pelo controle do mundo nada é impossível: os personagens envolvidos não têm o menor escrúpulo e, portanto, são capazes de tudo e mais alguma coisa.

17 comentários:

  1. Marco1:38 AM

    Olá Pedro, ao ler o seu artigo, me veio um documentário que ja li a algum tempo, é australiano e não se acha a filmagem porem existe o texto, caso tenha interesse, leia fala sobre a industria farmaceutica e questiona, que na verdade as vacinas são a doença...vide link:
    http://www.taps.org.br/pdf/Vacinao%20A%20Verdade%20Oculta.pdf

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  2. Marco
    Já dei uma rápida olhada no texto sobre o documentário. Valer a pena ler com mais atenção, devido aos dados nele contido.
    Porfírio

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  3. Anônimo1:55 PM

    Vale a pena juntar outros episódios de personagens que, repentinamente sofreram infarto e morreram nas mãos da ditadura civil-militar implantada em 1964 pelas oligarquias daqui com a ajuda e suporte do imperialismo ianque: O então prefeito de Santo André/SP, ex-prefeito em diversas administrações em São Bernardo do Campo/SP, muito rico e nada de esquerda, mas que se postou contra o golpe, morreu, depois de ser levado por milicos do golpe ao Clube Militar. Entrou vivo e saiu morto. Alegaram que sofreu infarto... Outros mais foram infartados ou suicidados à época. A maioria dos milicos, aqui, como na América Latina em geral, foram treinados pelo professor de torturas e egresso da famigerada Escola das Américas, formadora desses monstrengos e golpistas, que existe até hoje, com outro nome, na Georgia, sempre financiada com dinheiro do povo dos EUA para subjugar outros povos!

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  4. Fernando Rosa2:29 PM

    Porfírio. Estou com você, mais uma vez, nessas suspeitas. Lembro-me, também,do Presidente Eleito Tancredo Neves que, após a vilegiatura obrigatório pelos pólos de Pode Internacional, afirmou em pronunciamento, que “os brasileiros não podem pagar a dívida externa com seu próprio sangue”. Estranhamente ele morreu sem tomar posse. Jamais fui simpático ao Tancredo Neves porque nunca esqueci do encontro dele com Jango em Montevidéu, na Campanha da Legalidade,em 1961, às escondidas do Governador Leonel Brizola, abrindo as portas para o Golpe de 1964, com a implantação do Parlamentarismo. Apenas o fato da morte estranha, também me deixou com a pulga atrás da orelha.

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  5. Muito bom este seu artigo sobre as mortes suspeitas de grandes lideres políticos. E lembrando ao amado a morte prematura e inesplicavel do Presidente Tancredo Neves, e do grande deputado Ulisses Guimarães.
    Um abraço amigo.

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    1. Tancredo foi assassinado após missa de posse na catedral. O primeiro tiro atingiu-o na mão, enquanto entrava no carro, o autor dos disparos foi um general, cujo o nome não recordo. Eu era jovem e ao ler a revista Brasil -revista de militares-, não imaginava que teria a repercursão tão covarde nos dias de comunicação de massa
      Mas o PT e a classe dominante, midiática, outras esferas, sabem
      Lembre que foi muito comentado o desaparecimento de muitos jornalistas e a mais falada, fôra a Glória Maria, ressurgida magérrima.
      A covardia de Risoleta anos seguidos num pronunciamento do fantático, foi o fiasco.
      Sinal que ditadura ou não a verdade não nos chega
      Conhecidos no exterior, sabiam da morte e aqui o povo velando por um mês.
      Devem ter tomado mais cuidados ao anunciar a morte de Chaves!
      Diga-se de passagem que Tancredo nunca foi esquerda
      A elite é global
      Mas se voc~e dizer que as mortes de Juscelino e Getúlio foram encubência da CIA, com toda vemência eu concordo!
      Mesmo combinando com as corporações que regem o mundo não livra sobre pressão os aparatos de totura com os quais servem-se os donos do mundo.
      E não somo importância alguma Ulisses Guimarães. Acompanha as votações, sabe qual voto em secreto ele foi a favor de quem?
      Assista o dia que durou 21 anos https://www.youtube.com/playlist?list=PL875D1BA6DAC12AEB
      para saber como são as ações da CIA no mundo(piratas elizabetanos)
      https://www.youtube.com/user/celia65os/videos?view=1

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  6. Alexandre Monteiro8:01 PM

    Realmente, além do que li no artigo do Pedro Porfírio, tem muito mais a ser apurado em matéria de mortes suspeitas. Os casos do Tancredo Neves e do Ulisses Guimarãesw nunca foram explicados devidamente.

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  7. Na verdade tudo sobre indústria farmacêutica e tals, não tem ligação nenhuma, absolutamente nenhuma ligação, pra que assiste fringe ou mesmo acredita em ciência de borda de todos os países, fringe é só ficção sei disso, alguns possívelmente verdade ou não, maaaaaaaaaaas, o conceito é o mesmo, todos os países estão com o conceito ciência de borda... algo para serem melhor que os outros.


    Todos sabem e lembram que o presidente Lula é bem amigo do Hugo Chaves, e como que por coincidência OS DOIS ACABAM CRIANDO UM CANCÊR??? Do nada praticamente quase que ao mesmo tempo. Isso sim é absurdo.

    Peço que pensem e investiguem mais... pois ou nossa América do Sul está tentando procurar algo sufientemente FORTE o bastante para proteger nosso continente do alguns hipócritas lá de cima, ou então, estão com alguma maracutaia.

    Em meu pensamento, pouco provável, mas relevante que os presidentes das américas estejam se arriscando, e muuuuuuito por assim dizer.

    Porém não descartar a teoria de eles estarem planejando algo ruim a nós por baixo dos panos... :/

    Espero que alguém me contate e responda ao puclicado.

    Até mais amigos.

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  8. A grande parte da população mundial, desconhece o fato de que os governos do mundo inteiro são governados pelos ILLUMINATIS e BILDERBERGS, e por isso são como cegos neste mundo tenebroso, onde operam as forças ocultas do mal.
    Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. ( Efésios 6.12).
    Eles infiltram nos governos e por meio da mídia bombardeiam as pessoas do mundo inteiro.
    A morte desses presidentes e de outas pessoas de reconhecimento mundial, com certeza, está ligada ao fato de que a "Nobreza Negra" não se agradou da insubmissão dos mesmos. Assim eles ( os ILLUMINATIS) colocam no poder quem eles querem, quem se enquadra e aceitam o sistema deles.
    O interessante é que eles governam com uma pequena parcela de poder, eles usam a"Metodologia Sistêmica" que é o meio pelo qual conseguem governar os governos do mundo inteiro. Eles precisam governar apenas o presidente, pois o que eles ( os ILLUMINATIS) pensam e querem fazer, o faz por meio do presidente; considere por exemplo a Presidente Dilma, o que ela faz e o que ela pensa, permeia por todos os seus governados, e assim é que eles ( os ILLUMINATIS) governam.

    Me lembro das palavras de Jesus Cristo quando disse: “Respondeu Jesus: O Meu Reino não é deste mundo; se o Meu Reino fosse deste mundo, lutariam os Meus servos, para que Eu não fosse entregue aos judeus; mas, agora, o Meu Reino não é daqui.” (Jo.18:36).
    Sabemos que não existem nações sem Governos, e Jesus deixou bem claro que Ele tem um reino, porém não aqui na terra, mas no Céu, e se Ele aqui não governa, deve haver alguém que governa este mundo, vejamos o que diz 1 João 5:19: Sabemos que somos de Deus, e que o mundo todo jaz sob o Maligno.
    http://www.bibliaonline.com.br/vc/1jo/5

    Por isso também devemos nos atentar para isso, nós somos peregrinos e forasteiros e a nossa Pátria não é aqui, mas sim no Céu com Deus, só estamos de passagem por aqui e enquanto tivermos vida, devemos nos lembrar e praticar os ensinamentos de Cristo Jesus, pois só por meio dEle poderemos viver eternamente ao lado de Deus.
    Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
    João 14:6

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    1. guilherme
      Trace uma perpendicular do Triângulo das Bermudas ao do Dragão, lembre de Einstein, a dobra para aproximar 2 pontos, talvez a fórmula esteja incompleta, precise da massa da Terra... Diga, conhece relatos de desaparecimentos nessas regiões, assim como vislumbres de outras eras, relatadas por sobreviventes e operadores de tráfico, ou rádio?
      Há possibilidade de todo o tempo viajores estarem indo e vindo, e para desavisados nesse interim localizados ao mesmo tempo nas áreas em questão sejam atingidos, dando origem aos fatos!?...
      Estes regem o mundo desde o começo enviando desde experiência genética a zilhões de materialidades exercidas no mundo
      Se desse ou universo paralelo...
      Ao ponto- é fácil criar deuses ou deus a ser incorporado após absorção no DNA, que o homem não queira ver a verdade!
      Mistificar um homem a quem interessa? Por que torná-lo divino?
      Lideranças surgem nas mentes infiltradas destes conceitos sem preceberem e sujeitam-se; seja frio e avalie por fora.
      Eles enviam seus integrantes para aumentar a riqueza dos seus e regulam cada fardo da história
      Criar um roteiro para com o verbete profecia enganar tolos
      Pense:
      esteve presente ou sabe de narrativa contrária ao ocorrido em uma reportagem (vemos isso nos livros de história)
      A história é contada por quem está no poder
      "quem manda na região, manda na religião"

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  9. Anônimo3:24 PM

    Os governantes da América Latina e do sul, mais consequentes,foram acometidos de Câncer, não é mera conscidência penso eu, deve existir meios secretos que tenham promovido tais ocorrências. Hugo Chávez, fez citações aos acontecimentos em Porto Rico, seria obra do projeto Haap e podemos acreditar as mudanças bruscas do tempo, principalmente no Brasil a tais (suposto) insinuações. Quem sabe?

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.