terça-feira, 12 de julho de 2011

Se não tinha dinheiro para salvar a Varig, como pode ter para favorecer o multibilionário Abíio Diniz?

A notícia de que a presidente Dilma mandou o BNDES fechar o cofre para outra grande tacada do bilionário Abílio Diniz, na anunciada fusão do seu grupo com o Carrefour, foi um alívio.

Independente dos motivos alegados, se o BNDES desenbolsar mais de 4 bilhões para facilitar o negócio entre esses grupos econômicos, Dilma estaria mordendo a língua.

No caso da Varig, a mais tradicional companhia aérea do Brasil, o governo de que ela participava tirou o corpo fora - e até hoje se nega a um acordo sobre uma dívida - alegando que a empresa, estratégica para o Brasil, era privada.

Aquela omissão imperdoável aconteceu porque setores do governo queriam favorecer sua principal concorrente - a TAM - interessada em suas linhas. Hoje, há milhares de ex-funcionários da Varig no maior aperto e a aviação brasileira campinha para o oligopólio e a desnacionalização dos nossos vôs internos por culpa dessa postura indefensável do governo Lula.

Seria agora uma piada de mau gosto ver dinheiro do banco público servindo para aumentar ainda mais a fortuna do sr. Abílio Diniz.

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.