segunda-feira, 18 de julho de 2011

Falando de futebol: um vexame sintomático

O futebol é a maior paixão dos brasileiros, mas é também a grande mina de ouro dos picaretas especializados. O fiasco da seleção na Copa América, apesar de toda a festança midiática, entristece os apaixonados, mas não toca os donos da bola.


Desde há muito, o futebol vem sendo corrompido pela “globalização” que faz de cada atleta um mercenário cheio de si, cujo ego aberrante é explicitado em atitudes imbecis, como no exibicionismo do corte de cabelo mesclado com a indolência dentro de campo.

É nesse ambiente vexatório que estão gastando bilhões de reais com vistas à Copa do Mundo de 2014. Uma Copa, aliás, em que o brasileiro comum não terá como pagar os caríssimos ingressos cobrados.

O que aconteceu ontem no jogo com o Paraguai, quando nossos atletas devem ter entrado para o Guines na soma de pênaltis perdidos, é absolutamente sintomático. Ali, a corrupção também faz seus estragos.

E o brasileiro vai perdendo mais uma referência em sua vida.

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.