segunda-feira, 20 de junho de 2011

O dia que Brizola fez a GLOBO engolir a verdade

Ainda sobre os 7 anos da perda do brasileiro mais ousado da nossa vida republicana

Ainda dentro da lembrança de Leonel de Moura Brizola, cuja DIGNIDADE,  CORAGEM E DESASSOMBRO  ninguém chegou perto - e nem chegará mais - vale a pena rever o JORNAL NACIONAL em que o poderoso império midiático, por decisão judicial,  teve de reproduzir as verdades que só o caudilho ousou dizer-lhe.

Clique aqui e depois reflita sobre meu artigo do dia 18. Repasse essa matéria: ela é de um tempo que provavelmente não existirá mais, O TEMPO DOS HOMENS PÚBLICOS QUE NÃO SE VERGAM, nem que isso lhe custasse a própria carreira política.

Independente de suas simpatias pessoais, aponte-me quem ousaria dizer tantas verdades e diga porque nenhum brasileiro pode deixar de lamentar esses 7 anos sem Brizola, que lembraremos neste dia 21.
 Ainda vou escrever mais a respeito.  Onde quer que estejamos, temos o dever de não deixar que a saga de Brizola se perca no tempo e no espaço, como trama o sistema. A memória de Brizola é um legado que não se limita às fronteiras partidárias.

2 comentários:

  1. Teu grito Meu amigo Ecoa pelos vales, algures um dia há de dar ouvidos, afinal de contas, "quem tem ouvidos, oiça..."
    Saudades d1um tempo que foi O Tempo.

    Meus cumprimentos.

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  2. Lurdinha Menescal12:04 PM

    Tou lembrada daquele programa em 1994. CVibrei, de alma lavada. Só o Brizola mesmo teria peito para enferentar o Roberto Marinho e a Globo.

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.