sexta-feira, 8 de abril de 2011

Contribuição para entender a genealogia do massacre na escola pública em Realengo

Assassino pode ter assimilado a Bíblia a seu modo, tornando-se o algoz dos fornicadores e dos impuros

“Primeiramente deverão saber que os impuros não poderão me tocar sem luvas, somente os castos ou os que perderam suas castidades após o casamento e não se envolveram em adultério poderão me tocar sem usar luvas, ou seja, nenhum fornicador ou adúltero poderá ter um contato direto comigo, nem nada que seja impuro poderá tocar em meu sangue, nenhum impuro pode ter contato direto com um virgem sem sua permissão”

Wellington Menezes de Oliveira, em sua carta escrita antes do massacre dos meninos da escola pública de Realengo.

Sejamos razoáveis: esse inusitado massacre numa escola pública do bairro proletário de Realengo é a erupção de um tumor nesse organismo social fragilizado por uma metástase de hipocrisia e mistificação.
Desde o infausto acontecimento, infelizmente, toda a mídia e as autoridades bóiam na superfície do torpor causado, contando para isso com palpites de "especialistas" contingenciados no limite dos seus focos profissionais e na precipitação de suas vaidades manipuláveis pelos holofotes.
Há de se reconhecer que o massacre dos meninos de Realengo impôs um excitado estado de choque em todo o país, cada pessoa olhando para seus entes queridos com a idéia de que tragédia fora de nosso catálogo c riminal poderá ser converter numa incontrolável bola de neve.
No próprio dia 7, outro rapaz foi detido na Escola Grécia, Vila da Penha, e levado para a 38º DP, sob suspeita de tentar outro massacre, conforme noticiou a Rádio Tupi. Daqui para frente, por algum tempo, uma espécie de síndrome de Realengo rondará os nervos em pandarecos dos pais, sobretudo nas escolas públicas mais distantes.
Autoridades, professores, "especialistas" pais e mídia, no entanto, permanecerão impregnados pela crença de que tudo não passou de um gesto tresloucado de um psicopata, sobre cuja patologia individual especularam durante todo o dia de ontem.
As vítimas serão sepultadas por conta da Prefeitura, com o país oficialmente de luto, e já se fala numa assistência psicológica para os sobreviventes. Aqueles meninos cheios de sonho não se livrarão tão cedo do pesadelo provocado por um tipo de violência que parecia exclusiva dos Estados Unidos e de alguns outros países ricos, onde as aberrações dessa magnitude substituem preocupações elementares de sobrevivência, exacerbam as idiossincrasias individuais e enfatizam a irresponsabilidade social, a ausência dos sentimentos e a decadência dos valores matrizes da vida.
Para a mídia, a novidade criminosa acen tuou a concorrência entre os veículos, cada um em busca de informações e análises exclusivas. Alguns canais de televisão e algumas rádios se concentraram na repercussão do morticínio, motivados por impulsos naturais de um jornalismo que se esgota em si.
O inteligente depoimento da menina Jade Ramos, de 12 anos, com um relato frio e detalhado dos momentos de tensão vividos, foi repetido muitas vezes. Também ganhou destaque a ação do sargento Márcio Alves, de 38 anos, acionado por uma menina ferida quando participava de um blitz de trânsito a duas quadras da escola, já que ninguém se lembrou de recorrer ao 190 da PM.
Mas ninguém quis ou soube descer às profundezas de um contexto que fez do jovem Wellington Menezes Oliveira, filho que havia perdido os pais adotivos, um verdadeiro monstro, responsável por mortes tão perversas que levou a presidente Dilma Rousseff às lágrimas.
Pelo menos por agora , é pobre e medíocre o rol das causas do gesto assassino. Dizer que o rapaz solitário era um psicopata é fácil. Tratar do seu gesto nos limites de uma escrizofenia qualquer acadêmico de medicina o faria. Mas ir muito além, como fez Mike Moore, o inquieto cineasta norte-americano, no caso da matança em Columbine, isso vai levar um tempo para que caia a ficha.
No caso do filme-dcoumentário Tiros em Columbine, ele expôs as entranhas de um ambiente em que se juntavam a obrigatoriedade do armamento de cada cidadão, conforme a Segunda Emenda da Constituição dos EUA, e as incoerências de uma sociedade falsamente puritana, sob governos pródigos em se envolverem em guerras e no patrocínio da violência desumana em terras alheias.
Mas aqui, embora a superexposição do noticiário sobre massacres em escolas americanas tenha um peso como modelo para o massacre de Realengo, há outros fatores tão graves que justificam a paranóia disseminada a partir de ontem.

Na carta do assassino, a influência bíblica mal-assimilada

A semiologia da carta digitada e assinada pelo assassino permite conhecer elementos determinantes de sua atitude megalomaníaca. Ele usa palavras extraídas da Bíblia, como FORNICADOR, sobre a qual se lê em Apocalipse 21:8: "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte".
No Deuteronômio, do Velho Testamento, está escrito em 22:20-21: "Porém se isto for verdadeiro, isto é, que a virgindade não se achou na moça, 21 Então levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão, até que morra; pois fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai; assim tirarás o mal do meio de ti".
Não há dúvida que, pressionado pela condição de filho ad otivo provavelmente discriminado pelos irmãos, cuja mãe biológica tinha problemas mentais, e possuído de um certo complexo de rejeição, ele acabou sofrendo influências da pregação evangélica, que ocupa grandes espaços na televisão e no rádio, oferecendo todo tipo de cura para todo tipo de problema.
A forma irresponsável como pastores sem escrúpulos arrecadam dinheiro para suas igrejas em troca de uma panacéia salvadora tem produzido inconsequentes espetáculos midiáticos que atraem multidões de seres humanos desenganados por si e em bsuca de uma tábua de salvação.
O poder dessas igrejas se lastra em encenações transmitidas para todo o país, em tevês abertas, enfatizando o espetáculo da salvação e da cura. Paralíticos voltam a caminhar, cegos a ver e doenças incuráveis são resolvidas com a simples intervenção do Senhor Jesus, do qual esses profissionais da fé se acham legítimos intermediários.
Daí para levar um jovem tímido e complexado a assimilar poderes excepcionais emanados do fundamentalismo bíblico é um passo. Toda a carga negativa se converte em dotes geradores de atitudes que refletem temporariamente a condição superior, acima do bem e do mal.
No contexto mais amplo, o vasto noticiário sobre delitos do colarinho branco e sobre o comportamento imoral de pessoas públicas influentes serve de condimento à forja de um personagem que se "liberta" do sofrimento racional e ganha armadura onírica.
Valores como a vida dos outros somem do juízo e passam a co mpor a fórmula purificadora que a mente, transtornada por lavagens cerebrais constantes, desenvolve como elementos explosivos irrefreáveis.
Eu diria que a utilização da grande mídia como transmissora de pregações religiosas extravagantes pode estimular desatinos como o que custou tantas vidas inocentes. A religião não pode se valer de um exibicionismo espetaculoso sem limites para ampliar o rebanho. Por sua natureza sacra, extrapolar o portal do templo, do consultório espiritual discreto favorece a todo tipo de interpretação da mensagem de Deus, tão importante como bálsamo para pessoas carentes de práticas religiosas compensatórias.
Por enquanto, vou ficando por aqui. Mas com certeza há ainda muitos ingredientes na raiz do gesto assassino que a tantas vidas meninas ceifou.

20 comentários:

  1. D´ARTAGNAN8:48 AM

    Isso que aconteceu em REALENGO até que demorou muito a acontecer. Essas Igrejas "EVANSTÉRICAS, perdão, EVANGÉLICAS säo oriundas dos Estados Unidos da América do Norte onde pululam os PSICOPATAS que atiram matando nas escolas. Esse louco como bom papel carbono procedeu exatamente como os Americanos Fanáticos. Aliás eles tanto lá como aqui SÃO FANÁTICOS FUNDAMENTALISTAS CRISTÃOS.

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  2. Há muito tempo, num serviço em Tanguá (RJ), espantei-me de ver, em meio à miséria local, um enorme templo evangélico em mármore. Entendi que aquela opulência convinha à casa de um deus que servia para fazer calar protestos e manter o povo alheio à realidade social. Tomara que esse alheamento pretendido não se torne, agora, a sementeira para novos massacres...

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  3. Esta análise toca em pontos bem interessantes. Significativo é que o jovem assassino frisa na carta a questão da virgindade, pureza, e ao que parece selecionava meninas para matar. A repressão sexual e a religiosidade fundamentalista saltam à vista como pano de fundo nessa tragédia.
    Diseram-me também que ele passava as noites ao computador em frente a uma garrafa de refrigerante - talvez se tomasse cerveja num bar ou fumasse um baseadinho, isso tudo não teria acontecido.

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  4. A presidente manda tirar o Crucifixo de sua sala. O governador diz:"Quem é que nunca teve uma namoraninha que não precisou fazer um aborto?

    O que podemos esperar?

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  5. A presidente manda tirar o Crucifixo de sua sala. O governador diz:"Quem é que nunca teve uma namoradinha que não precisou fazer um aborto?

    O que podemos esperar?

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  6. ABENIR FUMAGALLI4:09 PM

    PESSOAL, VCS ESTÃO FALANDO DE RELIGIAO E DAS IGRAJAS SEM SABER SE ELE ERA PRATICANTE OU NAO DE ALGUMA RELIGIÃO, AFINAL DE CONTAS ESTAMOS FALANDO DE UMA CARA QUE TINHA VARIOS PROBLEMAS QUE NINGUEM PODE RESPONDER QUAIS ERAM E MAIS EXISTEM VARIAS PESSOAS QUE USAM O NOME DE DEUS PARA COMETER ATRUCIDADES,PARA FAZER GUERRAS E OUTRAS COISAS ENTÃO VEJAMOS BEM ANTES DE FALAR DE ALGUMA ENTIDADE RELIGIOSA POIS ISSO PODE ESTAR NOS DESFOCANDO DO VERDADEIRO MOTIVO QEU O LEVOU A COMETER ESSE CRIME EDIONDO.

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  7. Anônimo4:36 PM

    Sem dúvida que as colocações suas são pertinentes: fanatismo religioso, exclusão familiar e social, preconceitos, etc.
    Mas, certamente o rapaz, com 24 anos, já adulto, portanto, deve ter passado pelo sistema escolar carente e que não ensina quase nada e nem prepara ninguém para a vida, como seria que tivesse que ser. Mas, quando o próprio corpo docente está desmotivado, mal pago, ameaçado por bandidos e pelo estado (com risco de perda do cargo)e ele mesmo mal-preparado, o que se pode esperar?
    Estado totalmente ausente, famílias desestruturadas, mal-formadas ou formadas no atual sistema de competição e egoísmo de que só vale quem tem e não que é. Onde está a humanidade dessa sociedade de classes e economia de mercado? Não existe!!! A mídia, então, é uma fonte de alienação e babaquice de todo tipo: só enaltecimento da desgraça, violência e baixo nível geral (vide esta excrescência de BBB e quetais!). A exposição, em detalhes, o que a torna muitas vezes de modelo a mentes perturbadas, como há muitas numa tal sociedade decadente, de massacres promovidos pelos agentes do estado, pelo império dos EUA, nas inúmeras guerras que promove, além dos recorrentes ataques desse tipo em terras ianques (tiros em Columbine é apenas um protótipo, onde o cidadão, abrindo conta num banco, ganha de "presente" uma arma de fogo e adquire munição em supermercado tipo WALMART, etc.). servem de escola para o crime...
    Enquanto não nos livrarmos desse tipo de sociedade perniciosa, predatória da natureza em geral e da condição humana em particular, não entraremos da Civilização, se é que o Capitalismo não acabará de destruir a vida e até o planeta antes...

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  8. Me parece uma temeridade associar ato tão inaceitável à qualquer religião ou igreja. A falta de Deus e não o excesso D'ele (se é possível), pode levar alguém a esse tipo de barbárie. Precipitações não conduzem à verdade, embora a única verdade agora para as famílias envolvidas, seja a dor de perder um filho. Único consolo real para quem está de luto, Deus alivie todo sofrimento causado por este psicopata, louco, esquizofrênico ou o que quer que ele tenha sido em vida.

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  9. José Gonçalves5:50 PM

    O nosso articulista tão profundo nas suas análises políticas, como pode fazer uma análise tão superficial de uma bestialidade ocorrida queira Deus, islodamente, para que outros não o imitem. Não me lembro depois de tantos anos de leitura de um atigo tão ralo, afinal, colocar em um mesmo saco, todos os religiosos, todas as igrejas, por algo que todas condenam é lamentável. Que cada um tenha a sua posição pessoal de igrejas, é salutar, porém o sujeito pelas informações até agora colhidas, não frequentava igreja nenhuma, não foi lá que aprendeu a manusear, comprar as suas armas. Se é para ser razoável, vamos aos fatos e não as suposições. Aquela besta humana era filho de uma doente mental, vamos falar de sexo entre os doentes mentais; armas e munições, quem vendeu e onde? existe serviço pisicológico no colégio onde estudava? nem para as vítimas de bullyng(??) como ele foi; como age os pais de crianças que praticam o bullyng(??)? Mas nem no trabalho viram que ele era uma ameça à sociedade? Seus familiares ou o Estado não deveria acompanhar o tratamento dele? Acesso gratuito a internet para o fim que teve é posível isso? Está aí algumas proposições para que possamos ser razoáveis e não apenas pegar aquele trecho isolado da carta testamento deixado por um desequilibrado vivendo na sociedade atual.

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  10. Grande Porfirio, eles mudam inclusive a possibilidade da televisão passar programas independentes que façam bem!
    Seu poder econômico encarece as tvs que adoram esse santo dinheirinho!

    Sady Motta

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  11. Uma questão ética que no Brasil nos deve preocupar. Não sei a razão ou as razões que levara a este rapaz comenter seus crimes, mas em termos éticos e como forma de proteção à sociedade, o nome, foto e qualquer outra informação sobre o rapaz não deveria ser vinculada, pois pode e serve de estímulo aos que querem atingir a notoriedade, mesmo que com ela venham a perder a vida.

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  12. regina maciel3:23 PM

    agora é tarde para ficarmos julgando o Atirador, deixemos isso aos olhos de Deus. Porque não pensamos em uma forma de resgatar os valores da familia, que há muito tempo superava as dificuldades sem pensar no divorcio como a única solução, Porque não voltamos aos tempos em que a Escola preparava a criança para a vida e não só para ser um profissional qualquer, porque não voltamos aos tempos em que a religião era ensinada nas escolas, ajudando aos pais a impor limites a aceitar o outro como irmão, porque ao inves de ficarmos horas diante de uma tv vendo novelas que estimulam a desorganização, a corrupção, como forma de se dar bem na vida, não sentamos mais nas calçadas e brincamos mais com nossos filhos.Porque ao invés de dar a eles jogos perniciosos que os ensinam a matar, a passar por cima dos outros,não voltamos aos tempos das brincadeiras de rodas, dos balanços nos jardins, das bicicletas nas praças?
    Porque permitimos que manipuladores
    (( deputados e senadores)) ao invés de investirem seu tempo em criar e aprovar leis que valorizem a vida , ficam lutando para impor o aborto? Isso também é matar, pior ainda matar sem a coragem de encarar os pequenos inocentes nos olhos. O Atirador, pelo menos olhou nos olhos. Não quero com isso defender o crime, muito pelo contrário abomino- o
    Porque não cobramos mais de nossos governantes, para que não fiquem gastando bilhoes cobrados dos trabalhadores com olimpiadas, copas do mundo, escolas de samba, aos invés de melhorar a educação , a saude de nosso povo? Se nosso pais tratasse com dignidade dos doentes mentais, se nosso pais robasse menos e investisse mais no ser humano, com certeza teríamos menos crimes e mais AMOR. A tv adora fazer sensacionalismo em cima da desgraça. Mas contribui muito quando permite que filmes violentos, pornográficos e coisas mais invadam a casa de todos nós. Vamos construir brasileiros e
    não transforma´los em monstros que ameaçam nossas proprias vidas. Vamos desarmar mais e amar mais.
    Regina Maciel

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  13. Salvador de Farias6:40 PM

    Porfírio,

    Até agora não houve nenhuma informação de que o assassino fosse crente ou frequentasse algum tipo de igreja ou culto.
    O que se falou é que ele vivia na Internet e tinha um certo fascínio pelos grandes atos terroristas, como o atentado de 11 de setembro.

    Salvador de Farias

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  14. A tragédia ocorrida em Realengo vem alertar a todos sobre a vulnerabilidade das Escolas Públicas. Para ingressar nos Bancos, vc passa por uma roleta com detector de metais. Para adentrar em Repartições Públicas, vc deve deixar sua identidade e ser fotografado na portaria. Para entrar numa Escola, basta dizer que quer falar com a Diretora para ter o acesso permitido. Os próprios alunos podem levar nas suas mochilas armas de fogo, como tem acontecido, pontualmente, desde o século passado.
    Em 1992, qdo eu lecionava num Colégio Estadual em Acari, um aluno assassinou a tiros, no pátio do colégio, a aluna Maristela, pelo simples fato dela não querer namorar com ele. O assassino era filho de um "Pastor" e já deve estar solto.
    Outros fatos envolvendo armas de fogo dentro de Escolas aconteceram desde então.
    Torna-se necessário e inadiável uma proteção para o ambiente escolar. Os governantes precisam tomar providências urgentes, colocando "detectores de metais" nas Escolas e destacando para cada Unidade Escolar, um Policial Militar em horário integral e acabar com a "palhaçada" de manter Guardas Municipais "visitando" as escolas para marcar presença uma vez por dia. Isso não resolve nada!

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  15. pedro eu quero uma explicação do que é puro e impuro.
    não e possível que no século atual 21 - anda se pregue ser puro e impuro.
    o que existe na realidade sua pessoas desprovida de caracter que se apropriam de uma pessoa ou do poder publico, para satisfazer o que lhe agrada.
    exemplo os políticos os que usam a mulher como objeto. os que não educam os filhos. etc. eustachio regattieri primaregattieri@bol.com.br

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  16. AMIGO PEDRO PRECISO DOS CONHECIMENTOS SEUS, DIREITO AMBIENTAL, PEÇO QUE ESCREVA NO MEU BLOG SOBRE MEIO AMBIENTE. COMO AUDITOR AMBIENTAL, PRECISO CONHECER OS DIREITO E OS DEVERES NO ASSUNTO. TUDO DE BOM E FICA NA PAZ EUSTACHIO REGATTIERI

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  17. Anônimo12:56 AM

    Diz a sabedoria popular (sabedoria cultural):Lugar de bandido é na cadeia; Lugar de doido é no Hospício.
    Diz a sabedoria dos direitos humanos, da OMS, da ONU, do SUS... Lugar do Bandido é "convivendo" com a sociedade;lugar do doido é "convivendo" com a sociedade.
    Taí, mataram não foi porcausa de coisa muito complicada, não. MATOU PORQUE ESTAVA SOLTO.

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  18. Anônimo1:11 AM

    ANALISAR QUE FOI POR CAUSA POR ISSO OU POR AQUILO, TEM O OBJETIVO DE CONDUZIR A SOCIEDADE PARA O DESARMAMENTO. JÁ NÃO TEMOS SEGURANÇA DIGNA. A HISTÓRIA NOS NSINA A NÃO CONFIAR DEMAIS EM QUALQUER GOVERNO (QQ GOVERNANTE). TEM O OJETIVO DE IMPUTAR A QUALQUER RELIGIÃO A PECHA DE FUNDAMENTALISTA.
    O SÍSTEMA DE SAÚDE VEM RESTRINGINDO A INTERNAÇÃO DE DOENTES PSIQUIÁTRICOS, PARA O TERROR DE MUITAS FAMÍLIAS, E AGORA DE TODA A SOCIEDADE.
    O CARA MATOU PORQUE ESTAVA SOLTO.
    O ESQUIZOFRÊNICO NÃO CONVIVE COM A REALIDADE, PARA QUE REALMENTE CONVIVESSE COM A SOCIEDADE TERIA QUE SER CURADO.
    AINDA NÃO HÁ CURA PARA A ESQUIZOFRENIA.

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  19. ARRAES1:37 AM

    O pedreiro Adimar da Silva, preso em Goiás pelo assassinato de seis jovens ... para o regime semiaberto, mesmo mês em que os desaparecimentos tiveram início...Ananias dos Santos, principal suspeito de ter matado as irmãs Josely e Juliana em Cunha, no interior de São Paulo.
    CASO DE CINEMA EM SÃO PAULO, SHOPING NA HOLANDA, COLUMBINE (EUA), ETC.CASO DA CHACINA DO REALENGO,ETC.
    A RELIGIÃO NÃO É PONTO EM COMUM,O BANDITÍSMO NÃO É O PONTO EM COMUM,
    A DOENÇA MENTAL NÃO É O PONTO EM COMUM.O DESVIO DE VERBAS DA SAÚDE. O DESVIO DE VERBAS DE... .
    TODOS TINHAM EM COMUM:
    ESTAVAM SOLTOS

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Quem sou eu

Minha foto
Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.