sábado, 25 de dezembro de 2010

Por falar em feliz natal e por desejar próspero ano novo (como de praxe)


Clique na foto e acesse o vídeo

A sociedade de consumo exagerou na dose por conta da celebração do nascimento de Jesus Cristo. Só se fala em presentes, em promoções por todos os meios – da internet ao “Papai Noel” postado em cada loja, em cada “ponto estratégico”. A figura do menino Jesus, na manjedoura virou peça rara. Nunca o comércio foi tão longe na instalação de alçapões para vender tudo e a todos.
800 mil consumidores amontoaram-se na Rua
da Alfândega, meca do comércio popular
O brasileiro caiu mais uma vez no conto do 13º salário. Explico: o que conta é a remuneração anual; quando uma empresa calcula os custos da mão de obra estabelece, digamos, um salário anual de R$ 13.000,00. E o divide por 13, embora sejam 12 os meses. Em dezembro, pelo produto do seu trabalho, o cidadão recebe duas parcelas do salário anual – uma só para gastar em compras de natal, como se fosse dinheiro que “estava sobrando”, o a mais.
Não estou aqui para questionar hábitos enraizadas. Mas tenho o direito de lembrar que o 25 de dezembro é, principalmente, o marco do início de uma civilização – a civilização cristã, fundada na saga de Cristo, seus apóstolos e de milhões de cristãos que foram perseguidos por mais de 3 séculos por acreditarem num outro mundo, diferente do que havia antes de Cristo.
Ao desejar a todos um feliz natal e um próspero ano novo – como é de praxe – faço uma reflexão sobre o que representou o cristianismo nas suas origens. Veja o vídeo que postei dia 15 no You Tube, clicando na foto ou em http://www.youtube.com/watch?v=y9Vob_qHEnk


Essa foto é da Coréia do Sul, onde Papai Noel chegou com os hábitos do Ocidente

Um comentário:

  1. Anônimo7:17 PM

    Jesus foi um revolucionário, para a sua época, que acabou sendo "Estatizado" pelo imperador Constantino e pela Igreja Católica.

    Se, realmente, Jesus se considerava filho direto de Deus, ele foi um esquisofrênico, mas continua sendo um grande lutador pela evolução das sociedades humanas.

    Os humanos criaram DEUS, para este Deus, os criar ...

    FELIZ NATAL !!!

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.