sexta-feira, 3 de setembro de 2010

No zôo da incompetência que move a cavalgada da estupidez

“Na posição em que me encontro só vejo nobreza na canalha que menosprezei, e só encontro canalhas na nobreza que criei.”
Napoleão Bonaparte, depois da queda.
Se não há dúvida da gravidade sobre a quebra do sigilo fiscal de uma centena de cidadãos, é igualmente deplorável a tentativa de pôr tais violações na conta da candidata Dilma Rousseff, ao ponto de querer tirá-la do páreo, ato que só se pode atribuir, serenamente, ao absoluto desespero de quem não acredita mais no seu taco.
Lamento indignado que ainda existam pessoas com a mesma paranóia dos idos da ditadura, quando bisbilhotar a vida alheia era “defender a segurança nacional”. Quem se prestou a esse tipo de baixaria não está a serviço de nenhum candidato.
Qualquer foca sabe em Brasília da existência de uma verdadeira máfia, especialista em confeccionar e vender dossiês com peças negativas não apenas a candidatos. Mais de uma vez algumas publicações foram compradoras ávidas desse tipo de material.
Isso acontece em todos os ramos e vai muito além das informações fiscais, registradas na Receita Federal. Qualquer um “tira” de terceira sabe que os grandes delinquentes não declaram suas fortunas: preferem camuflá-las no exterior ou em cofres subterrâneos.
O que se obtém de revelação oficial sobre patrimônios chega a ser uma piada. Basta acessar o site do TSE para ver a tremenda farsa das declarações entregues pelos candidatos. Clique em http://divulgacand2010.tse.jus.br/divulgacand2010/
Como exemplo, veja a casa do governador Sérgio Cabral em Porto Bello, Mangaratiba, com valor declarado de R$ 200.000,00. O blog do Vinicius, um jovem carioca, mostrou outra, junto com a mansão do governador, menos charmosa, que está a venda por R$ 5 milhões e 800 mil (http://www.blogdoviniciusps.com/2010_07_01_archive.html)
Acessar os dados oficiais de um cidadão só produz efeitos políticos espetaculares se a pessoa tiver como mostrá-lo na condição “sonegador”. Não parece ter havido qualquer movimento nessa direção em relação às vítimas conhecidas.
Insistindo em que há delitos graves a serem apurados, pessoas a serem processadas e punidas, volto a deplorar que os políticos de oposição apresentem o caso como uma espécie de carta na manga, ferramenta para virar a mesa, capaz de reverter o quadro desfavorável, resvalando perigosamente para atitudes de viés golpista e desestabilizador.
Porque a vaca foi pro brejo
O que existe, isto sim, é uma constatação patética de que a vaca foi pro brejo no pântano tucano, antes mesmo de setembro chegar. A mim surpreenderá se a candidata oficial precisar ir para o segundo turno. Infelizmente, a vitória de Dilma é uma irrefutável constatação, independente dessas pesquisas marotas, já que não vislumbro no horizonte vida inteligente em torno de José Serra e de sua coligação partidária. Antes, pelo contrário, nunca vi tantos estúpidos reunidos em uma só cavalgada.
É claro que seria uma covardia, uma indignidade, os oposicionistas apearem de sua cavalariça e tirarem o chapéu de véspera. Eleição, como qualquer outra competição, só pode se desmobilizar nos “acréscimos”.
Há ainda a possibilidade de ter alguns ganhos como a eleição de governadores e de uma bancada oposicionista. Portanto, não tem sentido ensarilhar armas.
Antes da galinha pôr o ovo
Mas o percurso que resta só poderá ter alguma reversão, ainda que difícil, a partir do momento em que os caciques da oposição acordarem do primarismo que marcou todos os seus passos, como se houvesse por baixo do pano um pacto de alternância de poder entre os sociais democratas do PT e do PSDB.
O mais primário de todos foi exatamente o candidato José Serra. Primeiro, exigiu que Aécio Neves desistisse antes da convenção, alegando que essa seria sua última oportunidade. E ainda barrou a idéia de uma prévia, que traria dividendo de toda natureza, até porque, naquele momento, ao contrário da tradição que sempre favoreceu a imagem do PT, a candidata oficial foi imposta de cima para baixa pelo “salvador da Pátria”, que, de quebra, montou uma das alianças mais esdrúxulas para a história do partido que se dizia a nata da pureza.
Depois, protelou até o último minuto a admissão pública de sua candidatura. Finalmente, no mesmo ritmo suicida, cozinhou o quanto pôde a escolha do seu vice, preocupado tão somente com o tempo no rádio e televisão. Nesse ambiente absolutamente amador, assimilou uma indicação que não acrescentava nada, embora o ser jovem do vice pudesse contribuir – isso se o menino não tivesse desandado e assumido o discurso avô das cavernas da intolerância.
Nesse caso, Serra caiu na esparrela de priorizar o tempo de televisão como móvel da aliança central. Pelos minutos do horário eleitoral, engoliu o nome do DEM, abortado de última hora, como já disse, sem considerar as condições de inteligência mínimas exigíveis de um vice-presidente da República. Alguém lhe disse que isso facilitaria inserção no Estado do Rio e ele acreditou. Se fosse para ter um nome do ex-PFL fluminense, só um poderia acrescentar-lhe votos, o ex-prefeito César Maia, que está a caminho de uma cadeira no Senado. Este, mais vivido, jamais espantaria tantos eleitores do povão ao declarar, como o fez gratuitamente o vice de Serra: "nunca votei no Brizola, tenho horror ao Brizola. Ele arrasou com o Rio de Janeiro".
Mulas não serão cavalos jamais
No Estado do Rio, o desastre só foi comparável ao do Ceará e de Pernambuco. Na minha terra natal, o tucano Tasso Jereissati cuidou tão somente dos seus interesses pessoais e trabalha para facilitar a reeleição do irmão do Cyro Gomes, repetindo a mesma molecagem que levou à derrota de Lúcio Alcântara em 2006. Já em Recife, Serra conseguiu levar o senador Jarbas Vasconcelos a disputar o governo do Estado, apenas para montar um palanque oposicionista, mas esqueceu de combinar com seus próprios correligionários tucanos, que estão no outro lado da rua.
Se quisesse acrescentar votos no Estado do Rio, ele teria que ter trabalhado desde o primeiro momento o conflito entre Garotinho e Sérgio Cabral, única condição para enfrentar a máquina mortífera que reúne 18 legendas, de todos os matizes, em torno da inevitável reeleição do governador atual. Há que lembrar que foi exatamente o casal Garotinho quem bancou a eleição daquele que se voltaria contra os padrinhos antes mesmo do dia da posse.
Isso refletiu total incompetência no trato das questões locais. Enquanto Lula tratava pessoalmente de aproximar contrários em cada Estado, ao ponto de abrir mão de antigos companheiros em troca de uma costura que favorecesse exclusivamente a sucessora, Serra e seus aliados mergulharam em tragédias locais de efeito catastrófico. Que o diga a aliança construída no Rio de Janeiro, que inverte a lógica: aqui, é o governador que tem dois presidenciáveis. Mas, em contrapartida, não conta nem mesmo com o apoio do presidente regional do PSDB, o polêmico José Camilo Zito, prefeito de Caxias e outrora o “rei da Baixada”.
O latido dos cães raivosos assusta a qualquer um
O mais deplorável, porém, é seu discurso de campanha, que mistura os piores anátemas no posicionamento político, ao gosto exclusivo da banda rancorosa da direita, dos órfãos da ditadura, com a exibição miúda de cenários típicos e meras performances de um candidato a prefeito. Nessa comédia de erros, Serra aparece ser o primeiro e único, o enviado das estrelas,  como se a coligação encabeçada pelo PSDB, que tem vários governadores e prefeitos, não estivesse igualmente envolvida na tentativa de retorno ao poder central.
Por mais que o povo viva hoje um momento de deprimente despolitização, certos traumas permanecem no inconsciente coletivo e são afetados sempre que alguém acena, ainda que por meias palavras, com a a simbologia dos  idos insuportáveis hoje em dia: em dissonantes diatribes,  atos falhos repetidos abusivamente,  Serra está parecendo mais um intolerante general de pijama.
Dentro dessa forma, ele resolveu ressuscitar e aliar-se aos restos mortais da era Bush, ao investir corriqueiramente contra personagens e situações que dão um novo relevo aos países vizinhos e indicam o bom senso na condução de relações internacionais comprometidas pragmaticamente com os interesses brasileiros. A política externa não é necessariamente um elemento de decisão eleitoral, mas é preciso reconhecer que Lula foi esperto ao jogar com a auto-estima do povo, passando a idéia de um falso culto à soberania, uma corajosa postura de independência, valendo-se de grandes sacadas, como, por exemplo, essa jogada de “passar de devedor a credor do FMI”.
Miquinhos de rabos presos
Faltou a Serra e à sua turma uma corajosa análise crítica do governo que pretendem substituir, como o aprofundamento da avaliação das políticas compensatórias, do tipo bolsa-família, que precisariam ter uma leitura focada no seu indispensável caráter temporário e transitório, oferecendo alternativas futuras mais dignas, em que os cidadãos não fiquem sujeitos à humilhação da dependência das migalhas do poder público. Em outras palavras, realçando que é mais decente tentar gerar emprego, qualificar, do que oferecer  esmolas pro resta da vida.
No começo, o candidato tucano ainda tentou expressar preocupações sensatas, como a condenação ao poder paralelo exercido pelo Banco Central, que, não sendo privado como o FED norte-americano, é hoje, de fato, algo semelhante, ostensivamente  sintonizado com o sistema financeiro e de costas para o governo. Mas os seus aliados do “mercado” avisaram que não abririam mão desse modelo “mamão com açúcar” que fez do banqueiro Henrique Meireles mais poderoso do que o ministro da Fazenda – tão cheio de si que ganhou o status de ministro de Estado, sem análogos no mundo todo.
Na mídia, Serra foi induzido a um discurso insosso e vazio. Disseram para ele que poderia jogar com os dotes de sua carreira, algo que Dilma não poderia exibir. Sua “experiência” seria um toque de Midas.
Esqueceram os seus marqueteiros e aliados que políticos profissionais não são necessariamente o sonho de consumo do povo  nas disputas majoritárias. Quanto mais fala de sua intimidade com o poder, mais o cidadão comum descobre na adversária periférica pontos de identificação.
Faltou também determinação para questionar os lances de corrupção e de expedientes aéticos que se sucederam nesses oito anos. Isso eu atribuo ao rabo preso. Pode ser que aí tenha prevalecido a guerra psicológica, a possibilidade de que os petistas tenham armazenado munições para a eventualidade de um conflito nessa área. E em tema tão delicado, só quem não deve pode botar a boca no trombone.
Raposas deitam e rolam no poder
Agora, depois da porta arrombada, o PSDB resolveu lembrar das raposas inescrupulosas que fazem parte do círculo íntimo da candidata situacionista. Só esqueceu de dizer que essas mesmas feras tinham a mesma intimidade com Serra nas eleições de 2002, quando o PMDB indicou sua vice. Porque quem muda são os outros - a raposada está por cima da carne seca.
A esta altura, porém, não cabe fazer o inventário de um passamento que não aconteceu ainda. Nem cumpre, pessoalmente, imaginar que minhas palavras serão levadas em conta por qualquer uma das partes. Trechos delas serão acolhidos por uns – outras frases agradarão a seus adversários, de onde não espero mais do que ter me desincumbido de uma tarefa: o resgate da lucidez. Esse é um caminho íngreme e tenho consciência disso.
Mas espero que você pelo menos leia este escrito com a devida compreensão. E tire da cabeça a idéia de que os tucanos poderão virar o jogo, virando a mesa com a sôfrega exploração desse episódio insólito e sem rosto que envolve práticas provavelmente antigas na Receita Federal.
No Brasil eletrônico do Século XXI, não há mais a menor possibilidade de alguém ter sucesso ao chutar o pau da barraca. Só um lunático pode contar com tal estupidez.
O palhaço de carteirinha comanda o espetáculo
Recebi de vários parceiros as gravações do Tiririca, candidato a deputado federal em São Paulo. Com uma campanha que extrapola o ridículo, já é tido e havido como o grande fenômeno eleitoral do Estado mais rico do Brasil, com uma previsão que supera os 500 mil votos. Clique aqui e veja o programa eleitoral do palhaço na televisão. Espero seu comentário. Depois, farei minha própria análise.

16 comentários:

  1. Anônimo7:03 PM

    Sinceramente meu amigo Pedro, comentar mesmo, é se, comentário. Essa candidatura, me parece muito com aquela de muito tempo atrás do cacareco um hipopótamo que estava no zoo do rio de janeiro, isto é como o palhaço.
    Afinal de contas quem é candidato, o personagem ou o cidadão?
    Mostra muito bem nossa situação política.
    Afinal de contas na verdade, no duro no duro mesmo, ainda não sainos das trevas!!!!

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  2. Será que não saimos das trevas ainda?

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  3. Anônimo12:42 AM

    Com referencia a quebra de sigilo fiscal me parece ser especialidade dos aparelhos petistas, e isso não é de hoje. O erro dos tucanos foi não terem batido forte no espisódio do caseiro. Comeram moscas! Referente ao Tiririca, cada povo tem políticos que merece. E olha que ele disse uma verdade: aquiko lá é um circo sustentado pelos palhaços que trabalhem 6 meses por ano para sustenyar o picadeiro.Tanto faz votar em Yitica, Netinho de Paula, Noi Zebu, Chico Rola, etc... Os tubarões vão continuar devorando o que virem pela frente.Que tal uma bolsa esmola?

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  4. Anônimo12:42 AM

    Com referencia a quebra de sigilo fiscal me parece ser especialidade dos aparelhos petistas, e isso não é de hoje. O erro dos tucanos foi não terem batido forte no espisódio do caseiro. Comeram moscas! Referente ao Tiririca, cada povo tem políticos que merece. E olha que ele disse uma verdade: aquiko lá é um circo sustentado pelos palhaços que trabalhem 6 meses por ano para sustenyar o picadeiro.Tanto faz votar em Yitica, Netinho de Paula, Noi Zebu, Chico Rola, etc... Os tubarões vão continuar devorando o que virem pela frente.Que tal uma bolsa esmola?

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  5. Anônimo5:31 PM

    Quem é melhor: Maluf ou Tiririca ?

    E o caso (abafado) do Daniel Dantas ? E tantos outros....

    PT = PSDB = Gananciosos = Aculturados = Entreguistas.

    Obs.: o PT é menos entreguista do que o PSDB. Isto é, entrega mais devagar...

    A grande maioria dos humanos ainda está nas "TREVAS", ainda é escrava das suas próprias emoções, principalmente as negativas (ganância, raiva, ignorância), e, consequentemente ainda forma Sociedades Hipócritas e Injustas.


    Admitindo a evolução da espécie, e, se tudo correr bem, em 4010 as "coisas" serão melhores...

    Até lá, só nos resta pregar no "deserto", até que o deserto deixe de ser deserto....

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  6. Anônimo6:14 PM

    PP, vc saiu do novo partido da boquinha escancarada ( do jornaleiro zona sul) e foi para o PSDB dormir no colinho do Marcelo Alencar. Agota esta incensando o semi deus e sua guerrilheira ventríloqua. Assume meu caro e pousa de mala e cuias no PT, e ajude-os a rornar cada mentira em verdade. Já estou divulgando o endereço da Catedral da Fé e fo Vaticano para os aposentados que votam cegamente na madame a mando do semideus, para que possam reclamar com Macedo ou com D. Bento 16, (contra burguês). PS; Caso tenha, informe o endereço do Abassá de Mãe Menininha ( para uma opção ,ais radical).

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  7. Anônimo11:05 PM

    Caro Pedro: Num país que se elegeu Juruna, Agnaldo Timóteo e agora Garotinho... Tiririca é pouco! A política no Brasil é assim mesmo! Uns fazem rir, outros armam até esquemas para transformar Guardas Municipais em estatutários ou até mesmo aumentar o número de taxistas no Rio de Janeiro. Coisas da política... O JULGAMENTO É DA POPULAÇÃO! O PODER EMANA DO POVO E POR ELE SERÁ EXERCIDO!

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  8. Vi a campanha televisiva do Tiririca e logo após li um artigo de Sérgio Tamer, presidente do Conselho de Ética do PR, publicado na Folha de SP em 06/09, onde defende a candidatura e campanha como símbolo do pluralismo político e da democracia.
    Concordo com Sérgio Tamer até certo ponto. De fato, os candidatos devem possuir a plena liberdade na divulgação de suas campanhas, respeitados os limites éticos e legais mínimos.
    No entanto, diante da previsão de votos de Tiririca informada neste blog - e acredito realmente que ele vá ser eleito - vejo sua campanha como verdadeiramente emblemática, não tanto do pluralismo político quanto da ignorância política que permeia a sociedade brasileira.
    Política é, em vulgares e batidas palavras, a arte ou sabedoria da governança. O espaço político-eleitoral deveria ser aproveitado para a exposição e debate de ideologias e de políticas públicas. Deveria, mas na prática me parece, há tempos, que um candidato elege-se muito mais pela empatia, pelo vínculo emocional criado, do que por uma identificação ideológico-política. E neste ponto a candidatura de Tiririca, ridícula e vazia, é tão emblemática.
    Uma propaganda do TSE responde muito bem a esta situação. Assim nos interessam as credenciais, os objetivos e idéias daqueles que trabalham junto de nós, seja empregado, patrão ou colega de serviço, também deveríamos estender esta exigência, e em maior grau, para o macrocosmos da política.
    E aqui a postura do PR é igualmente aviltante e revoltante, pois ao aceitar e estimular uma candidatura do tipo da apresentada por Tiririca expressa seu descaso pela exposição e debate de idéias no espaço eleitoral, rebaixando seu nível político, e torna óbvio que utiliza-se destas candidaturas pitorescas de celebridades como meio exclusivamente de acesso ao poder. Concordo que os candidatos podem se apresentar da forma que lehs aprouver, inclusive buscando a simpatia do eleitorado, mas isto não implica o abandono das idéias. O processo político-eleitoral continua sendo um locus privilegiado para o debate político, e não um picadeiro circense.
    A candidatura de Tirirca é uma caricatura da generalidade da mentalidade política brasileira, tanto dos partidos e candidatos quanto dos eleitores.

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  9. Anônimo9:33 PM

    Pior que a candidatura do Tiririca é a tentativa de inviabilizá-la. O cara está no pleno direito e gozo de seus direitos eleitorais, tendo todo direito de expressar sua opnião. Tentar usar a linguagem do humorista para alardear uma falsa decência num cenário de proxonetas e ratazanas é querer (como muiyos fazem na mídia) chamar prostitutas de estudante e bordéis de instituições de ensino. Humorista não pode ser deputa do, ladrões podem! Que todos se má à verda!

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.