segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Subordinar nossa soberania aos vetos de Israel - era só o que faltava

Sionistas usaram de todas as suas armas para impedir a visita do presidente do irã, nosso melhor parceiro no Oriente Médio.

Os sionistas fizeram de tudo para impedir a vinda de um chefe de Estado com o quzal mantemos excelentes relações. Alguns gatos pingados foram às ruas, mas o grão rabino Asquenazi de Israel, Yona Metzger, foi  mais longe: exigiu que o presidente do Senado, José Sarney,  jogasse pesado contra a visita, do nosso interesse. Na delegação iraniana, quase 100 empresários virão conversar sobre o aumento dos nossos negócios, que são os mais vantajosos no Oriente Médio.

“O Muro de Sharon, em lugar de oferecer uma legítima proteção contra o terrorismo, semeia o ódio ao adentrar profundamente na Cisjordânia, ampliando a ocupação de terras palestinas, e tornando ainda mais insuportável a vida de dezenas de milhares de pessoas. Privadas de condições mínimas para uma vida digna, estas se tornarão novas presas do caldo de cultura do terrorismo”.
Moisés Storch, coordenador dos Amigos Brasileiros do Movimento PAZ AGORA, de Israel. (Revista Espaço Acadêmico, novembro de 2003)

Tinha outras prioridades, mas uma mensagem repassada pelo combativo parceiro JC Lago Neto, assinada por Gerardo Xavier Santiago, me pôs na arena, no intuito de repudiar a infeliz cobrança feita sobre a “ausência da esquerda”, na manifestação de uma meia dúzia de sionistas e alguns exibicionistas contra a visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.
O signatário parecia à cata de uma explicação para sua própria adesão ao evento, cujo “abre alas” era a bandeira do Estado Israel, responsável por tantos massacres, torturas, assassinatos, apropriação da água e por uma política expansionista sem freios, contra a qual, provavelmente, esse mesmo senhor, ao que me conste, não levantou sua voz.
Eu diria: quer fazer média com os donos do mundo, tudo bem, é um direito que a nossa Constituição lhe assiste. Mas investir furiosamente contra quem não admite interferências estrangeiras em nossas relações diplomáticas, aí é forçar a barra.
Ato contra nossa soberania
O protesto, que não teve sequer a adesão do grosso da colônia judaica (250 mil no Brasil, dos quais 35 mil no Estado do Rio), questionava um ato de soberania do governo brasileiro, que mantém relações diplomáticas com o mundo inteiro, como é de bom conselho.
Declarava simplesmente, de forma arrogante e inconveniente, que o chefe de Estado brasileiro não podia receber o chefe de Estado do Irã, hoje o mais amedrontador inimigo do sionismo estabelecido em território da Palestina.
Não podia porque Israel e Irã estão às turras e o Brasil, segundo esses manifestantes, deve se subordinar aos israelenses, que têm uma milionária quinta coluna entre nós.
Quer dizer: antes de receber qualquer chefe de Estado estrangeiro, seria obrigação do governo brasileiro obter um NADA A OPOR do regime de Tel Aviv, chefiado hoje pela fina flor do expansionismo neonazista, muito mais violento do que o dos antecessores, que quase destruíram Gaza ainda há pouco, deixando 2 mil palestinos mortos por seus impiedosos bombardeios.
E a ditadura sionista, pode?
O sr. Geraldo Xavier Santiago disse que estava ali, ao lado da meia dúzia de judeus sionistas, para protestar contra a “ditadura dos aiatolás”. Será essa “ditadura” diferente da “ditadura dos rabinos e militares”, onde os partidos religiosos são o fiel da balança do governo que continua implantando assentamentos judaicos na Palestina e tem hoje um MURO muito maior do que o estigmatizado Muro de Berlim?
Não me cabe neste texto entrar na discussão da realidade interna do Irã, até porque ainda está gravada em minha memória a deplorável guerra Irã-Iraque, fomentada pelo governo Reagan, que durou oito anos (1980-88) e custou um milhão de vidas, deixando um rastro de destruição ainda por apagar-se. Nesse conflito, os Estados Unidos e seus aliados armaram o governo de Saddan Hussein e o jogaram contra o vizinho, após revogar unilateralmente o acordo fronteiriço de 1975, assinado em Argel.
Falo como testemunha ocular dos fatos
Estive pessoalmente no Oriente Médio. Conheci Tel Aviv e, principalmente a região do Mar da Galiéia, onde a população  de 70 dos 210 municípios israelenses ainda é predominantemente árabe, embora o Estado sionista venha construindo cidades paralelas, reservadas exclusivamente aos judeus.
Em Jerusalém, presenciei um agressivo regime policial de controle dos passos de todos os moradores. Para encontrar o professor Sari Nusseibeh, reitor da Universidade Árabe de Jerusalém (que havia sido fechada pelo governo sionista e ia ser cortada ao meio pelo tal MURO), fui conduzido junto com o meu colega Rubens Andrade a um escritório camuflado, no sótão de uma loja de tecidos da cidade velha. O reitor, reconhecido no mundo inteiro por sua postura pacifista, vivia numa espécie de clandestinidade, pelo simples “crime” de dirigir a Universidade arbitrariamente fechada.
Naquele julho de 2002, o então presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yaser Arafat, estava recluso em seu escritório de Ramalah e foram infrutíferas as gestões do encarregado de Negócios do Brasil, Roberto Santos, para que pudéssemos visitá-lo.
Conseguimos chegar à Cisjordânia por Jericó, cidade de dez mil anos, cujas atividades estavam totalmente paralisadas pelos tanques israelenses. Vimos destruídas as duas usinas de dessalinização da água do mar, escolas fechadas, hospitais destruídos e um ambiente de verdadeiro campo de concentração, assim descrito pelo ministro e negociador Saeb Erekat, que nos recebeu em clima de tensão no escritório da Autoridade Palestina, em Jericó.
Estado pirata e expansionista
Não dá para entender como alguém que se diz defensor das vítimas da “ditadura dos Aitolás” fecha seus olhos para os crimes continuados, com milhares de vítimas fatais, praticados por um Estado imposto de fora para dentro, que desde o seu primeiro dia vem violando as próprias resoluções da ONU que o criaram, juntamente com o Estado Palestino, jamais permitido pelos terroristas do Irgun e do Haganah, que hoje inspiram a política beligerante de um país que desviou recursos da “ajuda humanitária” para construir seu arsenal atômico, fato admitido acidentalmente pelo ex-premier Ehud Olmet, durante entrevista a um canal alemão em 2006.
É muito estranho que aqui se faça a defesa cega da política belicista de Israel, quando lá mesmo, como pude testemunhar, cresce um movimento pacifista, denominado PAZ AGORA, que já reuniu 500 mil pessoas numa grande manifestação por um acordo, desprezado solenemente pelo grupo radical que governa o país.
Foi de um integrante desse movimento que ouvi indicações sobre o arsenal atômico israelense, que teria de 80 a 200 ogivas atômicas, em razão de que não admite aderir ao Acordo de Não Proliferação das Armas Nucleares.
Até prova em contrário, o Estado de Israel, concebido no início do Século XX, segundo proposta do sionista austríaco Theodor Hertz, como aglutinador dos judeus de todo o mundo, é hoje uma realidade. No entanto, dos 15 milhões de judeus, apenas 7,4 milhões vivem Israel.
Os outros ou preferem os bons negócios fora, principalmente nos Estados Unidos, cuja colônia soma 5,6 milhões, segundo o Instituto de Planejamento de Políticas do Povo Judeu (JPPPI), ou não sentem atração pelo monstrengo em que se transformou o sonho das vítimas de séculos de perseguição e fugas.
Quando a incoerência compromete
Como lembrei anteriormente, há mais judeus no parlamento do Estado islâmico do Irã, do que não judeus no parlamento de Israel, embora os árabes representem quase 20% da sua população. Na última eleição, os partidos da minoria árabe só puderem concorrer por decisão da Corte Suprema, já que o tribunal eleitoral havia decidido excluí-los.
Dá para levar a sério o cidadão que se diz indignado com a “ditadura dos aiatolás” e nada diz contra o regime de terror imposto por um Estado intolerante e racista?
Dá para calar quando ele sobrepõe às angústias dos judeus sionistas aos interesses do Brasil, que tem no Irã o seu maior e melhor parceiro comercial em todo o Oriente Médio?
O governo brasileiro faz muito bem em conversar com o líder iraniano, da mesma forma que faz muito bem em estreitar as relações com a China, que, ao contrário do Irã, é governada por um partido único.
E deve aproveitar o respeito granjeado por sua política externa para interferir efetivamente em favor da paz, contra as agressões ainda em curso no Iraque e no Afeganistão, e a favor de um acordo no Oriente Médio, que passa inevitavelmente pela reformulação radical da política do governo israelense, tal como preconiza o movimento PAZ AGORA, cuja inquietação não chega ao conhecimento dos brasileiros por motivos óbvios.
E tem o dever de ser firme ao intervir em favor do reconhecimento do Estado Palestino, criado, aliás, pela mesma Resolução que gerou Israel.

14 comentários:

  1. ESPERAVA QUE OS SÉCULOS XX E XXI FOSSEM REALIZAR O GRANDE ENCONTRO DAS DUAS CIVILIZAÇÕES, ORIENTAL E OCIDENTAL, NA VERDADE NÃO ANTAGÔNICAS, MAS COMPLEMENTARES. INFELIZMENTE O QUE SE VÊ É O TERROR, PATROCINADO POR LIDERANÇAS RELIGIOSAS E POLÍTICAS QUE CULPAM O OCIDENTE PELAS PRÓPRIAS MAZELAS.

    É CLARO QUE NÃO CONCORDO COM SUA AVALIAÇÃO TÃO UNILATERAL E SIMPLISTA DO CONFLITO NO ORIENTE MÉDIO. ATÉ PORQUE NÃO DIZ UMA SÓ PALAVRA SOBRE O TERRORISMO DOS EXTREMISTAS ÁRABES CONTRA ISRAEL E CONTRA O RESTO DO MUNDO, INCLUSIVE CONTRA ÁRABES E MUÇULMANOS EM GERAL, QUE SÃO DE FATO SUAS MAIORES VÍTIMAS, PORQUE SÃO USADOS COMO ESCUDOS HUMANOS. PARA PROMOVER O TERROR E O CÁOS. TERRORISMO COVARDE QUE, ALIÁS, JÁ VITIMOU MUITOS BRASILEIROS INOCENTES E QUE É FINANCIADO E EXPORTADO PELO REGIME TEOCRÁTICO DO IRÃ.

    SUA AVALIAÇÃO TAMBÉM NÃO MENCIONA A CONTINUA CAMPANHA DOS AIATOLÁS E SEUS ASSECLAS NO SENTIDO DE VARRER ISRAEL DO MAPA.

    PARECE QUE O POVO BRASILEIRO TEM ESSA TENDÊNCIA DE DAR A OUTRA FACE, NÃO PARA MAIS UMA BOFETADA, MAS PARA MORRER. OCORRE QUE MUITOS POVOS NÃO SÃO TÃO ACOVARDADOS OU ACOMODADOS ASSIM E TAMBÉM MERECEM RESPEITO.

    POR ISSO TUDO EU CONTINUO VENDO ISRAEL COMO UM BALUARTE DO OCIDENTE CONTRA O EXPANSIONISMO DO RETRÓGADO DO ISLÃ PELO TERRORISMO. ATÉ PORQUE DESNECESSÁRIO, DADO O ENQUISTAMENTO E O VERTIGINOSO CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO MUÇULMANA EM RELAÇÃO À LOCAL EM PAÍSES COMO FRANÇA E ALEMANHA, PRINCIPALMENTE.

    E CONSIDERO O SEU ARTIGO MAIS UM INSTRUMENTO DE GUERRA DO QUE DE PAZ.

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  2. Porfírio, -
    Enquanto o consumo de água por parte dos palestinos quase não chega aos 70 litros diários por pessoa, um israelita consome por dia mais de 300 litros, quatro vezes mais.- Algumas comunidades palestinianas rurais sobrevivem com cerca de 20 litros por dia, a quantidade mínima recomendada para uso doméstico e situações de emergência.
    - Entre 180 e 200 milpalestinianos vivem em comunidades rurais, onde não têm acesso a água potável, e o exército Israelita proíbe-os frequentemente de armazenarem água da chuva.
    O acesso á agua potável está a ser negado aos palestinianos já que Israel mantém o total controlo das fontes de águas partilhadas, levando a cabo políticas discriminatórias, alerta a Amnistia Internacional (AI).
    Ahmadinejad, também será muito bem recebido no Brasil os judeus não são contra a vinda dele ao Brasil.
    "Como chefe de Estado, Ahmadinejad tem o direito de vir ao Brasil, visitar o Presidente Lula e fazer negócios.
    O Brasil é um Estado Laico, aquí recebemos todos os povos refugiados da guerra, ou da miséria, sem preconceito; oferecendo-lhes amor e carinho, respeitando suas crenças e seus costumes.
    Hoje, estes povos querem mandar nos direitos que pertence aos cidadãos brasileiros?, só e unicamente porque tem medo dos sionistas?. ----- O que o Brasil tem com isso?-----.
    Ao ponto do Grão Rabino Asquenazi de Israel Yona Metzzer procurar o Feudal Sarney, para pedir impedimento de o nosso Presidente Lula negociar livremente com o Presidente Iraniano? Querem mandar no Brasil a qualquer custo!
    O Presidente Brasileiro Sr. Inácio Lula da Silva. tem o direito, e dever diplomático de receber no Brasil, todos os representantes de todas as Nações do mundo, sem distinção; oferecendo-lhes cordialidade, fraternidade e paz.
    Aos emigrantes que aquí habitam, cabe respeitar o País, e o povo brasileiro, que os acolheu com amor e carinho.
    Os criminosos sionistas não representam o povo judeu.A colônia judaica brasileira sabe disso e se sente amedrontada por esses loucos.
    O povo Judeu, o Bom Judeu, o Sírio Libanês, o Àrabe , são o melhores povos do mundo, que os brasileiros conhecem ,respeitam e luta por eles.
    Quanto aos maus, os sionistas egoístas que enriquecem as custas da miséria dos povos inocentes, que transtornados depois de perder sua auto-estima, assim como sua dignidade,ababam matanto seus próprios irmãos ,
    Os sionistas que não se conscientizarem que o mundo não é nosso, estamos nesta vida de passagem, e todos tem o direito de desfrutar sua vida com dignidade, Não havará quem os salve.
    http://marildacdeoliveira.blogspot.com/

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  3. PREZADO PORFÍRIO
    COMO DE COSTUME, EXCELENTE E CORRETÍSSIMA A SUA ANÁLISE: "SUBORDINAR NOSSA SOBERANIS AOS VETOS DE ISRAEL ... ".
    O "ESTADO TERRORISTA DE YISRAEL" (EXPRESSÃO DO PRESIDENTE LULA EM DEZEMBRO DE 2008, IGUALMENTE INDICADA EM RELATÓRIO DAS NAÇÕES UNIDAS EM 2009, E VERDADE CONHECIDA POR 8 ENTRE 10 PESSOAS DE BEM DE NOSSO PLANETA) ACHA QUE TODOS OS GOYMS (SIC) DEVEM AJOELHAR-SE ... (APRENDEM ISTO, PROVAVELMENTE, EM SUAS PRELEÇÕES E CONVERSAS, E NÃO CONSEGUEM PERCEBER QUE O BRAZIL É UMA TERRA DE TOLERÂNCIA)... O INTERESSANTE É QUE MUITOS SOFREM DE UM DISTÚRBIO PSICOLÓGICO RARO: "ELES" NÃO CONSEGUEM PERCEBER QUE AS MATANÇAS, OS CRIMES BÁRBAROS CONTRA CRIANÇAS, MULHERES E IDOSOS, ETC., QUE COMETEM DIUTURNAMENTE, ESTÃO SENDO "VISTOS" E CONHECIDOS ... E ACHAM QUE OS RETARDADOS (ISTO É, NÓS) NÃO PODEM VER OU CONHECER AS BARBARIDADES QUE COMETEM.
    AO MESMO TEMPO, OS SIONISTAS MAIS PROFISSIONAIS, COMO POR EXEMPLO UM QUE ACABOU DE ESCREVER NESTA SUA COLUNA, A MIM ME PARECE, NÃO CONSEGUEM SEQUER PERCEBER QUE QUANDO RESPONDEM ... "MAS E O OUTRO LADO"? ,,, ESTÃO DECLARADAMENTE CONCORDANDO QUE SÃO IGUALMENTE CRIMINOSOS ... POIS SÓ ESTÃO "REVIDANDO" (SIC) ... É UM DISTÚRBIO MENTAL DE AVALIAÇÃO DE REALIDADE DOS MAIS INTERESSANTES, E BEM RARO DE SER ENCONTRADO NA LITERATURA !! ... DESDE O FINAL DO SÉCULO XIX NÃO ENCONTRAMOS, FACILMENTE, GRUPOS OU INDIVÍDUOS ISOLADOS COM ESTA PATOLOGIA. POR ESTA RAZÃO, E OUTRAS, MERECE TODA A NOSSA ATENÇÃO E AJUDA.
    UM ABRAÇO PARA VC. E QUE A PAZ DE CRISTO ESTEJA COM TODOS NÓS, E COM TODOS OS HOMENS DE BEM!

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  4. Murillo Cruz (19-01-1952
    QUE A PAZ DE CRISTO ESTEJA COM TODOS NÓS, E COM TODOS OS HOMENS DE BEM.
    Com todo o respeito,
    Marilda Oliveira

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  5. Anônimo2:23 AM

    O pequeno estado judeu de Israel comandado por genocidas que têm massacrado o Povo palestino, tem sido condenado pelo mundo inteiro, mesmo assim, ainda têm a petulância de virem ao Brasil tentarem interferir na nossa política externa, exigindo o cancelamento da visita do presidente do Iran, como se fosse nossa obrigação, rezar pela cartilha deles, os judeus que promovem massacres dos palestinos e bombardeam com o maior à vontade o Líbano.
    Não só devemos continuar mantendo boas relações com o Iran, como temos o dever de exigir o fim do extermínio do Povo palestino!

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  6. Anônimo8:35 AM

    Você já deve ter notado que os sionistas adoram falar em terrorismo, entenedem bem, pois quer terrorista maiorque Ben Gurion o foi. Assassinar mulheres e crianças desarmadas pelas costas parece ser normal para eles. Sem contar cpm o absurdo de quererem intimidar pelo grito. É só vc ver o comentário de um deles aqui no blog em caixa alta, parecendo querer convencer na marra.

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  7. Bravo Porfírio! A verdade dói e quando os que se consideram os legítimos e unicos filhos de Deus a ouvem e leêm,restam-lhes apenas apelações e o mesmo discurso de sempre.A grande imprensa omite e os líderes como os desse movimento também,assim como um dos post aqui se mantem no anonimato,o que é tradicional nos defensores do terrorismo legal praticado por Israel com anuência dos EUA e ONU.

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  8. pequeno estado judeu de Israel comandado por genocidas que têm massacrado o Povo palestino, tem sido condenado pelo mundo inteiro, mesmo assim, ainda têm a petulância de virem ao Brasil tentarem interferir na nossa política externa, exigindo o cancelamento da visita do presidente do Iran, como se fosse nossa obrigação, rezar pela cartilha deles, os judeus que promovem massacres dos palestinos e bombardeam com o maior à vontade o Líbano.
    Não só devemos continuar mantendo boas relações com o Iran, como temos o dever de exigir o fim do extermínio do Povo palestino!
    Cortando relações diplomáticas com Israel e caçando todos os agentes do Mossad que se encontram no Brasil, se necessário fôr!

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  9. Anônimo9:00 AM

    Os Estados de Israel e da Palestino criados em 1948 por Resolução da ONU, foram alvos desde sempre, dos interesses na região. Ao invés de investir no recem Estado Palestino, a Liga Árabe promoveu a guerra contra Israel, por três vezes, e até hoje a promove diariamentee no campo político, militar e filosófico. O Hamas joga de quatro a oito mísseis diariamente da Faixa de Gaza sobre as cidades israelenses próximas à Tel Aviv sem que a Autoridade Palestina sequer apure culpados. O Presidente do Irã diz que não existiu o Holocausto. Quem quer guerra sempre a terá, e de onde surge as tratativas pela paz? Nunca virão dos árabes, pois eles não querem que Israel exista. Prefiro as democracias legítimas e representativas (Israel é a única do Oriente Médio, com alternância de poder, sem pena capital, entre outros), do que fundamentalistas religiosos a frente não do seu templo, mas de um país (não laico, mas constitucionalemnte religioso). Reagan(e os EUA) tinham negócios a ser mantido na guerra Irã/Iraque, deveremos ter os nossos custe o que custar? Como o gás de preço aviltante comprado da Bolívia? Os erros estruturais da Construtora brasileira no Equador que achou que aquilo lá era igual ao que se faz aqui nas obras públicas? Deveríamos sim, mensurar todos os passos que os nossos Presidentes de plantão fazem em nome do país, e do povo, afinal a caça por um assento relevante na ONU não é igual a conquista de votos para a Olimpíada. Considero que um verdadeiro patriota sempre discorde de seu próprio governo, diversas vezes e em todo mundo, mas quando posições são tomadas sem as ponderações necessárias e já pendente para um dos lados, é perigoso. Afinal, serão Reagan, Saddan, Ahmadinejad, Lula, FHC, Collor, figuras de um mesmo lado da moeda? E os seus negócios, seja qual for o nome: Muro de Berlin, Muro EUA/México, Guerra, Muro Isarel/Palestina, Bolsa esmola, Plano Real, Holocausto, bons para o país? A que preço? Concordamos ou não? Quem irá pagá-lo? Os fins justificam os meios?

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  10. Salvador de Farias11:15 PM

    Porfírio:
    Pode não ter sido a sua intenção mas este seu artigo tá dando a maior pinta de anti-semita. A própria palavra "sionista" já é ofensiva pois refere-se à uma farsa montada para denegrir os judeus.

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  11. Anônimo11:06 AM

    Amigo Pedro não consegui postar comentário no blog.
    É o seguinte: se a Bíblia está certa ou errada não sei, o fato é que
    nela é contada que Abraão queria um herdeiro e sua mulher Sara não
    poderia dá-lo, então Deus permitiu que ele tivesse filho com uma das
    suas melhores empregadas, a qual não me lembro o nome. Depois Deus
    permitiu que Sara engravidasse, certamente teremos um filho legítimo do
    casamento e um filho tido como bastardo. Na verdade esse filho são os
    palestinos. Na verdade eles e os hebreus são filhos de Abraão,
    logicamente irmãos. Isso que os sionistas não aceitam, não entendem que
    os palestinos são seus irmãos consanguineos.
    Asustentação da minha tese é simples, sempre viveram lá, desde o tempo
    de Cristo. A parte que foi levada para o Egito eram os sionistas, mas os
    Hebreus e palestinos sempre estiveram lá!
    Tens o direito de discordar, mas é o meu enfoque.
    Um grande abraço
    Wagner

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  13. Maria Helena6:43 PM

    Pedro,
    concordo com você mais uma vez.
    A diferença entre o terror implementado pelos árabes fundamentalistas islâmicos e o terror implementado pelos israelenses é que o segundo tem o aval do Estado de Israel: Israel promove o terrorismo de Estado.
    Quanto à patrulha que se instaurou na mídia contra Lula por ele ter recebido Ahmadinejad, acho de uma tremenda hipocrisia, já que a mesma mídia não viu com os mesmos olhos o fato de Barak Obama ter se alinhado a Hu Jintao, um presidente que, como o iraniano, governa um país onde não há liberdade de imprensa e os direitos humanos não são respeitados.O presidente americano se uniu ao chinês por interesses muito particulares, em detrimento dos interesses de muitos outros países, na questão ambiental.E a mídia não fez o mesmo carnaval.
    O Brasil é um país soberano e pacifista, portanto, as relações comerciais que forem de seu interesse não têm que ter a chancela de nenhum país, quiçá a de Israel.
    Aos que não concordam plenamente com o que se tem dito sobre Israel e os judeus, sugiro a leitura de um livro pequeno, mas de uma análise sucinta sobre a questão judaica no mundo: "A questão judaica e o mundo moderno", de Edgar Morin. É definitivo.Com a ressalva de que o autor é judeu.
    Um abraço.

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.