domingo, 9 de agosto de 2009

A pesquisa sinalizou que NEM TUDO ESTÁ PERDIDO

É com grande satisfação que informo da surpreendente receptividade da minha pesquisa sobre a possibilidade de ser candidato a deputado federal.
Em função das respostas, reuni no meu cadastro todos os que se manifestaram favoravelmente, integrando um grupo que espero tenha uma participação ativa nas discussões sobre o processo que nos levou a encarar o desafio e sobre os acontecimentos em nosso país.
Você está nesse grupo, que é muito amplo, refletindo o conjunto de destinatários das minhas colunas.
Ainda não fizemos uma tabulação rigorosa da pesquisa, até porque continuam chegando respostas.
Mas a olho nu é possível concluir que das cerca de 200 mensagens recebidas, 65% são de eleitores do Estado do Rio. Entre estes, além da maioria residente na cidade do Rio de Janeiro, há parceiros de vários municípios, como Niterói, São Gonçalo, Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis, Barra do Piraí e Casemiro de Abreu.
Conferindo com o cadastro, há muitos segmentos profissionais, com destaque para o pessoal da Varig/Aerus. Dos variguianos, recebi mensagens de vários aeronautas que estão no exterior, o que muito me emocionou.
Há uma variedade de sugestões sobre o cargo a ser disputado. Mas me impressionou a confiança de alguns, que me colocaram em patamares mais altos, como senador, governador e até presidente da República. E a preocupação de outros, que consideram mais seguro disputar o cargo de deputado estadual.
Teremos algum tempo para definir realmente a candidatura. Mas pelo envolvimento dos que responderam, creio que saímos na frente de qualquer outro candidato, pelo menos no PDT. Por que todos os que se manifestaram o fizeram com entusiasmo e a compreensão de que esse é UM DESAFIO COMPARTILHADO.
Ninguém se elege sozinho, assim como ninguém exerce o mandato sozinho.
Foram sugeridos muitos temas, mas o que parece ser preocupação comum é a imperiosa necessidade de dar combate frontal à corrupção e aos desvios de conduta dos políticos, que estão pondo em risco a própria sobrevivência do regime democrático.
Daqui para frente, espero estar em contato permanente com o pessoal do grupo, que poderá ser ampliado.
Devo esclarecer que há segmentos com os quais me relaciono diretamente, independente da internet. É o caso, entre outros, dos taxistas, dos guardas municipais e dos moradores de algumas comunidades com os quais convivi no exercício dos mandatos de vereador. Estou em contato também com as lideranças dos segmentos relacionado com o GNV, que considero o combustível mais limpo e mais barato. Só no Estado do Rio, hoje, 780 mil veículos são movidos a GNV e sofrem ameaças esporádicas de corte no fornecimento do gás, para favorecer não apenas as termo-elétricas, mas, principalmente, para fazer o jogo perigoso dos produtores de álcool.
Aguardo sugestões sobre como proceder na formulação do trabalho de divulgação e me coloco à disposição para contatos diretos.
De imediato, estou imaginando organizar uma reunião com os amigos do Rio de Janeiro, a fim de que possamos trocar idéias sobre os pontos principais de uma possível campanha e sobre as dúvidas que ainda persistem.
Todos os que se manifestaram já percorreram um caminho. Sabem da necessidade de construir uma campanha limpa e dinâmica, de forma a poder competir com os candidatos que jogam muito dinheiro em suas campanhas.
Pela minha vivência, do alto dos meus 66 anos, posso dizer que 500 pessoas determinadas valem mais de que 50.000 mercenários.
Isso me dá uma tranquilidade para enfrentar os candidatos das máquinas e das máfias. Minha expectativa positiva aumenta pela convicção de que o pleito de 2010 acontecerá numa ambiente em que o eleitor será mais exigente e mais atento.
Esse eleitor precisa conhecer minha história de lutas, minha coerência, minha independência e, principalmente, o meu apego aos valores éticos e morais, com os quais sempre pautei minha participação na vida pública, tanto no poder Executivo, quando fui secretário municipal e presidente do Conselho de Contribuinte, como quando exerci mandatos de vereador no Rio de Janeiro.
Agora, somos nós, os integrantes do grupo em que você se encontra que vamos trabalhar, num esforço que haverá de demonstrar que NEM TUDO ESTÁ PERDIDO.
Abraços
Pedro Porfírio

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Quem sou eu

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Jornalista desde 1961, quando foi ser repórter da ÚLTIMA HORA, PEDRO PORFÍRIO acumulou experiências em todos os segmentos da comunicação. Trabalhou também nos jornais O DIA e CORREIO DA MANHÃ, TRIBUNA DA IMPRENSA, da qual foi seu chefe de Redação, nas revistas MANCHETE, FATOS & FOTOS, dirigiu a Central Bloch de Fotonovelas. Chefiou a Reportagem da Tv Tupi, foi redator da Radio Tupi teve programa diário na RÁDIO CARIOCA. Em propaganda, trabalhou nas agências Alton, Focus e foi gerente da Canto e Mello. Foi assessor de relações públicas da ACESITA e assessor de imprensa de várias companhias teatrais. Teatrólogo, escreveu e encenou 8 peças, no período de 1973 a 1982, tendo ganho o maior prêmio da crítica com sua comédia O BOM BURGUÊS. Escreveu e publicou 7 livros, entre os quais O PODER DA RUA, O ASSASSINO DAS SEXTAS-FEIRAS e CONFISSÕES DE UM INCONFORMISTA. Foi coordenador das regiões administrativas da Zona Norte, presidente do Conselho de Contribuintes e, por duas vezes, Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. Exerceu também mandatos em 4 legislaturas na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, sendo autor de leis de grande repercussão social.